10.12.09

Zé Malaquias

Zé Malaquias
Vivia bem
Tinha família
E a todos desdém

Rico fazendeiro
Tudo possuía
Até as mulheres
Que ele queria

Foi assim, que um dia
Sua vida mudou
A mulher descobriu um caso
O casamento estragou

Malaquias sofria
Com amor no coração
O amor da mulher
Procurava em vão

Com tanta frustração
No bordel entrou
E nunca mais saiu
Até que a morte o levou.

Malaquias voltou
De novo à vida
Encontrou a esposa
Para nova “corrida”

Reparando o passado
Busca a solução
Sexo ainda é problema
Numa ou noutra situação

E é com esse sofrer
Que o casal aprenderá
A não desbaratar
Oportunidades que a vida dá

Malaquias e Conchita
Irão vencer?
Certamente! Mas quando?
Só deles vai depender.
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Sexo bem usado
É fonte de paz
Se mal usado
A inquietação traz

Não busques no sexo
A ventura da vida
Pois podes ficar
Com a alma dorida

Sexo, sexo, sexo
Palavra vilipendiada
Põe em acção a ética
Leva vida mais regrada

Quem usa o sexo
Com rectidão, honestidade
Vive tranquilo
Por toda a eternidade.

Poeta alegre



Psicografia recebida em Caldas da Rainha, Portugal.

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