7.12.09

Cientista confirma: a morte não existe!


David Fontana, psicólogo inglês, um dos mais conceituados cientistas em Inglaterra e no mundo, professor universitário, fez pesquisas com médiuns ingleses e confirma: A vida continua depois da morte do corpo físico. O Prof. Fontana, que assistiu à materialização de seres espirituais, deu uma entrevista ao Jornal de Espiritismo nº 6 (Set / Out) da qual retiramos algumas partes. Ora veja!

Jornal de Espiritismo - O Senhor é o Vice-Presidente da Society for Physical Research, (Sociedade de Pesquisas Psíquicas, de Londres) ?
David Fontana - Sim, com efeito fui o Presidente Fundador da Society, agora sou o Vice-Presidente e sou também o Presidente do Survival Research Commitee, que se dedica à pesquisa da sobrevivência.

JDE- Falando sobre as suas experiências, onde é que elas ocorreram? Em Inglaterra?
DF- Sim decorreram em Inglaterra. Estamos a falar das investigações levadas a cabo pelo Grupo Scole, acerca da produção de fenómenos físicos, num compartimento especificamente preparado para os cientistas, pois situava-se debaixo do solo, isolado com paredes de tijolos, de modo a que não pudesse haver interferência do exterior. Dois anos de investigação com este grupo, inicialmente um vez por mês, durante cerca de três horas, em que tivemos oportunidade de verificar toda uma vasta gama de fenómenos, em condições em que não seria possível haver fraude.

JDE- Onde se passou isso?
DF- Em Scole, Norfolk.

JDE- Quando, exactamente?
DF- Publicámos os nossos relatórios em 1999, tendo a investigação terminado no início desse ano.

JDE- O que pensa ser necessário fazer, actualmente, para alterar os veredictos científicos, no que respeita à sobrevivência do espírito como sendo uma realidade comprovada?
DF- Penso que não há dúvidas, temos evidências suficientes para demonstrar que esses acontecimentos paranormais acontecem. Demonstrámos isso em condições inequívocas. O próximo passo é o de demonstrar, para satisfação dos cientistas cépticos, que parecem ser muito difíceis de convencer, que não se trata apenas de possíveis capacidades psíquicas, mas sim que a vida continua após a morte. Aliás, não devemos chamá-los de mortos, porque, na verdade, eles estão bem vivos, uma vez que têm o poder de produzir tais fenómenos. Em complemento, é certo que obtivemos determinadas informações que nenhum dos vivos sabia. Obtivemos comunicações de pessoas que nem sequer conhecíamos, tendo pesquisado e chegado à conclusão que tinham existido e que os detalhes que nos tinham sido fornecidos estavam correctos. Vejamos, nenhum “vivo” possui necessidades emocionais de produzir essa espécie de informação detalhada. Eles não conhecem as pessoas, nem quem são, nada conhecem do seu passado, não têm qualquer ligação com elas, ou qualquer coisa do género e, mesmo assim, a informação é totalmente verdadeira.

JDE - Haverá uma revolução no nosso mundo? Acredita que a Ciência criará algum instrumento para detectar as vibrações dos espíritos?
DF- Bem, os cientistas estão sempre a mudar e o desenvolvimento, agora com a TCI (Transcomunicação Instrumental – comunicação com o mundo espiritual através de aparelhos electrónicos), sugere, mas sugere fortemente mesmo que, da maneira como estes instrumentos se desenvolvem, poderão ser abertas novas “avenidas” para as comunicações. Estou, na verdade, muito optimista acerca do que pode vir a acontecer com todo este trabalho no âmbito da TCI. A Electrónica move forças tão rapidamente, que poderemos descobrir, acidentalmente, algum equipamento novo capaz de provocar efeitos muito melhores do que os conseguidos através da gravação em cassete, por fax, computador, etc., através dos quais temos vindo a obter mensagens há tanto tempo!

JDE - Bem, mais uma ou duas questões, se me permite: que outras espécies de pesquisas se estão a desenvolver na procura de outras vidas ou de outros mundos espirituais?
DF- Há muito trabalho em curso, na Inglaterra, na área da mediunidade. Existe uma grande rede de pesquisas acerca da mediunidade mental e física, mas a TCI está muito mais avançada aqui, na parte continental da Europa, do que na Inglaterra. Por exemplo, em França, na Espanha e, em particular, na Itália, está muito mais desenvolvida. Na Inglaterra, a TCI tem sido um pouco relegada para segundo plano mas, por outro lado, a mediunidade tem muito mais aceitação do que na Europa continental e a verdade é que muitos dos grandes médiuns eram ingleses ou americanos.

JDE - Pensa que a Física pode ajudar a compreender tudo de que temos estado a falar?
DF- Sim, penso que a Física é uma ajuda, pelo menos a Física Quântica, porque é uma ciência que estuda a parte mais pequena do mundo, o mundo subatómico; ela reconhece que não existe matéria do modo como sempre a temos compreendido, mas sim que é composta por energia. No pequeno mundo subatómico, o tempo e o espaço agem de forma diferente, por isso as nossas leis físicas, aplicadas a esse mundo, até resultam, se pensarmos num mundo no interior dos átomos ou fora do espaço. Olhando para a astrofísica, encontraremos, de novo, as leis físicas, essas leis que não podem ser quebradas. Assim, há uma linha limite aplicada ao mundo material, mas não ao mundo subatómico e nem ao mundo astral. Há Físicos que já têm a mente aberta a estas ideias e que nos ajudam a reconhecer que a matéria não é aquilo que pensávamos.

JDE - Professor, está a fazer alguma pesquisa, actualmente?
DF- Sobre a mediunidade? Sim, estamos a trabalhar com a mediunidade mental e física, na Inglaterra, onde se podem encontrar médiuns muitos bons, pode ter a certeza.

JDE - Sabemos que está a preparar um novo livro…. Podemos saber o título?
DF- Bem, temos um título ainda provisório… O livro sairá no próximo Outono, está na editora. Ainda não decidimos o título final, mas poderá ser: Is there an After Life? (Há uma Vida Depois da Morte?)
O objectivo do livro é a demonstração das evidências de que há vida após a morte.

Fonte: Jornal de Espiritismo nº 6, Set / Out 2004, Portugal

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