Olho
p’rá Terra,
em
tons azulados,
e
nem cogito,
dos
marginalizados!
Planeta
belo,
cheio
de esplendor,
não
mostra por fora,
que
dentro tem tanta dor.
Visito
os países,
na
Ásia, no Oriente,
e
de tanta miséria,
até
fico doente…
Vou
a África,
minha
terra natal,
o
luxo vê a miséria,
como
algo banal…
Vou
agora,
ao
1º mundo,
e
o que vejo,
é
imundo…
O
consumismo
desenfreado,
mataria
a fome,
no
outro lado…
Os
excessos,
de
toda a ordem,
são
“normais”,
criando
desordem.
Olho
para os ricos,
e
não vejo felicidade.
Vejo-os
tristes,
e
cheios d’ansiedade.
Os
“ricos” tristes,
são
tristes endinheirados.
Ganhariam
alegria,
se
ajudassem os esfomeados.
Um
dia, na Terra,
todos
terão pão.
Até
lá, esforcem-se,
pela
paz e união!
Poeta alegre
Psicografia recebida por JC, na reunião
mediúnica do CCE de Caldas da Rainha, no dia 27/09/2016
Belo poema, que retrata bem o estado do Mundo atual.
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