Será fatalidade,
será destino?
De que morreu,
o Adelino?
Não foi fatalidade,
nem destino,
foi o abuso
da comida e do vinho.
O homem tem
capacidade de escolher.
O que fazer na vida,
até perecer...
O que chamas fatalidade,
é consequência.
Pode ser resgate,
de alguma indecência.
Quem semeia,
sempre vai colher,
o bem ou o mal,
de acordo c’o merecer.
Aprende, amigo,
a escolher atitudes,
para que amanhã,
de ti brotem virtudes.
Assim vemos,
destino ou fatalidade,
como consequência,
do agir da Humanidade.
Não culpes, pois,
na vida, o destino,
se porventura,
sofres o desatino.
Acerta o pensamento,
no teu agir,
para amanhã,
o futuro te sorrir.
Poeta alegre
Psicografia recebida a 21 de agosto de
2015, por JC, durante a palestra sobre Fatalidade e Destino, no Centro de
Cultura Espírita de Caldas da Rainha, Portugal
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