Quando menino
Ao berlinde jogava
O sorriso era lindo
Quando ganhava
No pátio empoeirado
O menino descalço
Olhava entusiasmado
O berlinde, no seu encalço
Hoje, no Além,
Vejo extasiado
Os berlindes de Deus
No céu estrelado
São tantos e belos
Que não consigo contar
Imaginando as vidas
Que por lá devem andar
Dos mundos primitivos
Aos orbes divinos
Quando pensamos neles
Sentimo-nos pequeninos
Na nossa inocência
De criança espiritual
Louvemos a Deus
O espectáculo sideral
E se quisermos, um dia
Um desses orbes habitar
Esforcemo-nos na Terra
Aprendamos a Amar
Identifica o defeito
Bem como a virtude
Trabalhando todos eles
Chegaremos à angelitude
Até lá, meu irmão
Mantém o sorriso
Pois no mundo de dor
Sorrir é preciso…
Sorrindo e amando
Suavizamos nossa cruz
Mostrando ao próximo
O caminho p’ra Jesus
Poeta alegre
Psicografia de JC, em 10 de Fevereiro de
2014, em Óbidos, Portugal
Estive a ler e o poema ta lindo! Mas o que me trás a este blog e que eu ando a escrever coisas que não sou eu que as escrevo. E é bastante recente, não sei o que fazer e já tentei explicar a algumas pessoas mas acho que não acreditaram ou não me compreendem. Preciso que me expliquem melhor o que é a psicografia e que me ajudem. Obrigado.
ResponderEliminarCara Isabel
ResponderEliminarSugiro que leia os livros de Allan Kardec, começando pelo "O Livro dos Espíritos" e depois "O Livro dos Médiuns", que ajudarão a entender o assunto. No entanto o ideal seria ir a um centro espírita, e solicitar orientação (www.adeportugal.org)
Obrigada :)
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