O cego que era cego,
Via muito bem,
Via os Espíritos,
Que habitam o Além...
Tal vislumbre,
Fê-lo mudar d’atitude,
Tornar-se melhor,
Cada vez mais amiúde.
O não cego, que via,
Nada via afinal.
Pensava tudo acabar,
Com o suspiro mortal.
Envolto na ignorância,
Muita maldade fez,
Desconhecendo que semeava,
P’ra colher, amanhã, de vez.
Não te iludas pois,
Com as aparências,
Pois os que “parecem“,
Têm muitas carências.
Se não queres ser cego,
Utiliza o Evangelho como luz,
Que te ilumine o caminho,
Que te leva até Jesus.
Poeta alegre
Psicografia
recebida por JC na reunião mediúnica, Caldas da Rainha, Portugal, em 18
Fevereiro 2014
José Lucas
Nasci em Benguela, Angola, sou espírita e colaboro na Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (ADEP) e no Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha), sempre a título gratuito, como qualquer espírita. Colaboro com alguns jornais publicando artigos espíritas, nomeadamente no Jornal de Espiritismo, no Jornal das Caldas entre outros... Este Blog está no ar graças à generosidade do meu amigo Francisco Reis, que teve a paciência de o renovar na íntegra. Obrigado Francisco.
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24.4.14
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