Zefa foi a
tribunal
Para ser julgada
O que decide o
juiz:
Inocente ou
culpada?
Na vida também
agimos,
De forma igual,
Fazendo da mesma,
Um imenso tribunal.
Quem erra, sempre
acerta,
Mais cedo ou mais
tarde,
Não há lugar p’rá
culpa,
Não havendo maldade.
O espiritismo é
libertador,
De consciências
culpadas.
Errar é normal. O
acerto?
As metas
estipuladas…
Quando a culpa
Te bater à porta,
Não lhe ligues,
Manda-a dar uma volta
Não dês guarida,
À culpa
destruidora.
Levanta a cabeça,
Com atitude
renovadora.
Aceitar-se como é,
É tarefa pessoal,
P’ra fazer no
dia-a-dia,
Corrigindo algum
mal.
Fazer ao próximo
O que p’ra nós
desejamos,
É o que nos ensina
Jesus,
Livrando-nos de
enganos.
Poeta alegre
Psicografia recebida
por JC na palestra sobre “A Culpa”, no CCE, C. Rainha, Portugal, em 11 Abril 2014
Muito bom. Um Poema necessário para todos os que carregam culpas desnecessárias... Um grande abraço e Obrigado
ResponderEliminarA indulgência.. virtude que deveríamos usar para com nosso semelhante e para
ResponderEliminarconosco mesmo. O benévolo, o complacente, tem mais saúde física e espiritual.
Seria bem mais fácil convivermos com as diversidades se não apontássemos
o dedo para o outro, condenando-o, como se fôssemos sinônimo da virtude..
E a culpa então? Não podemos conviver com a culpa. Esta é uma séria candidata
a muitas patologias pelas quais somos acometidos quando deixamos que este
sentimento tome conta de nossa alma.
Convivermos com as diversidades, sem termos adversidades, depende de nós !!
Respeitemos as diferenças, sem julgarmos, sem condenarmos, uma vez que
apesar de sermos todos diferentes um dos outros, somos também criaturas
com os mesmos anseios, desejando veementemente :
PAZ, LUZ, AMOR, EVOLUÇÃO....
Suely dos Anjos