Paixão, matreiro,
Apaixonou-se por dinheiro.
Quando deu por ela,
Estava no “atoleiro”.
Juliana, a ricaça,
Tinha paixão por Paixão,
E ele só queria,
Vê-la no caixão.
Só que a Vida,
Pregou uma partida:
Ao Paixão interesseiro,
E à Juliana atrevida.
Ela julgou comprar,
Com dinheiro o amor,
E Paixão pensou, que
O dinheiro traria fulgor.
Não penses pois,
Com dinheiro tudo comprar.
Pois, Amor não se compra,
Não há loja onde o achar.
Não penses também,
Como pensou Paixão.
Ter muito dinheiro,
Pode ser desilusão.
Se queres Amar,
Busca o sentimento,
Que se aprofunda,
C’o passar do Tempo.
Na Terra existem,
Muitos Paixões,
E por isso mesmo,
Acabam em desilusões.
Igualmente vemos,
Muitas Julianas,
Mas não é assim:
O coração não enganas.
Se queres ser feliz,
E viver um Amor,
Esquece paixão e dinheiro,
E vive-o com fervor.
Poeta alegre
Psicografia de JC, na reunião mediúnica
do Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, Portugal, em 26 de Novembro
de 2013.
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