Liberdade, liberdade,
Gritam homens irados,
Mas, ao chegar a liberdade,
Eles ficam desconcertados.
Todos querem ser,
Pessoas livres na vida,
Com direitos, sem deveres,
Nessa triste lida.
Depois da “liberdade”,
Vem a libertinagem.
Sem a maturidade,
Aparece a gatunagem.
Outrora, havia saques,
Por parte dos bandidos.
Hoje, usam fraques,
Juntam-se em Partidos.
A verdadeira liberdade,
Essa, não a conheceis!
Só se de nada dependeres,
Nem mesmo dos anéis…
Se queres ser livre,
O Evangelho é a bandeira,
Para não caíres na esparrela,
De defender a asneira.
Às vezes é preciso,
Morrer para nascer.
Eu aprendi, morrendo,
Que se é livre ao perecer.
Poeta alegre
Psicografia recebida por JC na reunião
mediúnica do Centro de Cultura Espírita, Calda da Rainha, Portugal, em 3 de
Dezembro de 2013
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