Zeca era apaixonado,
pelo seu corpo físico.
Olhava para o espelho,
e não se via tísico...
Convencido da beleza,
que ninguém via,
Zeca, o perturbado,
ao espelho sorria...
Não tinha consciência,
da sua perturbação.
Por todos era gozado,
nesta reencarnação.
Zeca, “o bonito”,
era apelido dado,
por ser tão feio,
era posto de lado.
Zeca, “o bonito”,
era espírito perturbado.
Noutra vida,
o seu corpo fora adorado...
Nesta nova vida,
veio aprender,
que para ser feliz,
interiormente tem de crescer.
Aceita-te como és,
nesta reencarnação.
O que importa, amigo,
é melhorar no coração.
O amor será sempre,
o antídoto ideal,
que te livrará,
de todo o mal.
Poeta alegre
Psicografia recebida por JC no dia 18
de Setembro de 2015, no CCE de Caldas da Rainha, Portugal, durante a palestra
sobre Bulimia, Anorexia e Espiritismo.
A habitual pedagogia bem humorada mas profunda, de Poeta alegre
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