Diz
o religioso
Ao
ateu
"Só
vais p’ro céu
Se
fores como eu"
Diz
o adepto
Desta
religião
"Se
não for como eu
Não
terá salvação"
Diz
o ateu
No
quotidiano
"São
uns pobres diabos
Do
católico ao muçulmano"
Todos
eles
Muito
orgulhosos
Vivem
à grande
Com futuros dolorosos
Que
virão depois
Do
corpo morrer
Ao
verem então
O
erro do seu ser
Mas
a roda da vida
Gira
sem cessar
Uns
desencarnam,
Outros
a reencarnar
Assim,
aos poucos
A
Terra vai mudando
Com
novas gentes
No
seu comando
Por
isso, irmão,
Não
desanimes
Quando
diariamente
Vês
muitos crimes
Jesus,
irmão maior
Permanece
no leme
Deste
planeta
Em
evolução perene
Pugna
pois
Por
não perderes
A
roda da vida
Nos
teus afazeres
Faz
sempre o bem
Seja
a quem for
E
a roda da vida
Trará
muito Amor
Nessa
altura
Não
haverá religião
Apenas
o Amor
De
irmão para irmão
Poeta
alegre
Psicografia recebida por JC, no ENL, em Óbidos,
Portugal, em 27 de Fevereiro de 2012.
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