Fui para a guerra
Defender a Nação
Matei tanta gente...
Veio a descolonização
Tantos anos, tanta dor
Os “turras” a combater!
Agora são amigos,
Amigos a valer…
Quanta estupidez,
Na humanidade,
Que brinca com a vida,
Com leviandade.
Mortos, estropiados,
Viúvas, órfãos desalentados,
Traumas de guerra,
Com futuros não desejados.
De repente, tudo muda!
A vida nada vale…
“Já não somos inimigos,
Icemos os cálices de cristal”
A humana hipocrisia,
Não quer aprender,
Que somente c’o Amor,
Viverá sem sofrer…
Aprende humanidade,
O que deves buscar:
Não é o ouro,
Nem o bem-estar.
Estás na Terra,
Óh rude humanidade,
Para evoluir no intelecto,
E também na espiritualidade.
Oxalá que ao voltares,
Para o mundo espiritual,
Venhas leve no coração,
Que ele não traga mal.
Amanhã, a Terra,
Será pátria apaziguada,
Quando os violentos,
Ficarem na retaguarda.
A guerra é ilusão,
Do cego espiritual,
Que ao abrir os olhos,
Vê o erro fatal…
Porfia no bem,
Para herdar a Terra,
Semeia paz e Amor,
Até com o que erra!
Poeta alegre
Psicografia recebida por JC,
Óbidos, Portugal, em 2014-07-07
Comentários
Enviar um comentário