Habituado na Terra
À justiça terrena
Ao ver a de Deus
O coração abana…
Usamos as leis
E os tribunais
Jogando com palavras
Ganha quem paga mais
O pobre, o remediado,
Não tem justiça
Pois não possui
Contas na Suíça
Tolamente, o Homem
Pensa assim enganar
Pode fazê-lo na Terra
A Deus tem contas a dar
Após a morte
Vê com aflição
Que enganou a justiça
Mas não o coração
Angustiado e temeroso
Um dia pedirá a Deus
Que lhe dê o ensejo
De corrigir os erros seus
Quanto sofrimento
No mundo espiritual
Quando o ser se depara
Com o íntimo tribunal
A Terra evoluirá
E com ela, suas leis,
Aproximando-se das de Deus
À medida que cresceis…
… Como seres espirituais
Em busca da felicidade
Obrando com rectidão
Sem tribunais na Humanidade
Até lá, porfiemos
No imenso bem a fazer
Rectidão e Amor
Para com todo o ser
Da planta ao animal
Passando pela Humanidade
Esparzindo o Amor
Conquistarás a felicidade
Poeta alegre
Psicografia de JC, em 24 de Fevereiro de
2014, em Óbidos, Portugal
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