As
cadeiras do “poder”
Não
têm poder, senhores,
Mas
quem nelas senta
Pensam
serem doutores
Fazem
leis a granel,
Como
quem joga ao pião,
E
como diz o povo,
Quem
se lixa é o “mexilhão”
Desconhecem-se espíritos,
Que
amanhã contas darão,
Àqueles
que prejudicaram,
E que
morreram sem pão
Peçamos
a Deus por eles,
Pois
são pobres coitados.
Candidatos
noutras vidas,
À
condição de aleijados.
Com
a reencarnação,
Mudarão
de atitude,
Praticando
a boa acção,
E
procurando a virtude.
Enquanto
decorre,
Esse
vai e vem,
Pratiquemos
a caridade,
Sem
olhar a quem.
O
futuro?
A
Deus pertence.
Ora,
trabalha, serve,
Só
assim se vence.
Poeta
alegre
Psicografia
recebida por JC na reunião mediúnica do Cento de Cultura Espírita, Caldas da
Rainha, Portugal, em 29 de Outubro de 2013.
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