Quando
me “mato”
Quero
morrer
Mas
fico vivo
Vivo e
a sofrer
Afinal
não morri
E
continua o problema
Que me
levou à morte
Como
uma algema
Oiço
comentários
Nada
abonatórios
Que se
deviam evitar
Nos
velórios
Choro,
raiva,
Ar de tristeza,
Tudo me
encharca
A mente
presa
Agora
são dois
Os
problemas,
Que me
jugulam
Quais
algemas
Dai-lhe
Senhor
O
eterno descanso
Diz o
padre
Feito
“tanso”
Então
desconhece
A
imortalidade,
Que a
vida continua
Cheia
de utilidade?
Por
isso,
Se mata
o povo!
Ninguém
lhe ensina
Que há
algo de novo…
Se
soubesse
Que era
imortal
Jamais
faria
O erro
fatal
Cantai
amigos
A
imortalidade
Para
que mais ninguém
Se mate
por ingenuidade
Falai-lhes
Da
reencarnação
Onde
amanhã
Teremos
expiação
O
melhor
É
aguentar
A
dificuldade
Que a
vida gerar
Pois
Deus
Nosso
Criador
Jamais
nos deixa
A sós
na dor
Se
soubermos
Esperar,
A vida
melhora,
Mesmo
que devagar
Suicídio?
Jamais !!!
Ele é
fonte
De
muitos ais…
O
Espiritismo
É
solução
Para
tal acto
Louco
de emoção
Divulgai
O
Espiritismo
Para
que mais ninguém
Caia
nesse abismo
Quando
Souberem
Da
reencarnação
Não se
matarão
Cantemos
a alegria
Ao
sofredor
Na
certeza de que,
Acabará
a sua dor
Poeta
alegre
Psicografia recebida por JC, em 10 de Dezembro de 2012,
em Óbidos, Portugal
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