Tal como no mito da
caverna
Descrito por Platão
Também o Homem d’agora
Vive preso na ilusão
Do materialismo
paralisante
Que o inebria no
quotidiano
Fazendo do bezerro d’ouro
O seu prémio de fim d’ano
Desconhece o pobre
coitado
A sua condição espiritual
Tal como o Homem da
caverna
Desconhecia a luz do Sol
Preso no materialismo
Rapidamente fica exausto
Buscando desenfreadamente
Prazer e muito fausto
Quando não os encontra
E entra em depressão
Perde o interesse na vida
Vê o suicídio como solução
Alertai a humanidade
De tão grave ilusão
Esse acto de leviandade
Não é a solução
A vida continua
Diziam os antigos
Kardec confirmou
C’os Espíritos amigos
Dando provas
Da imortalidade
P’r ajudar a salvar
A humanidade
Cientistas pesquisam
O que Kardec encontrou
Que afinal quem morreu
Do Além voltou
Os mortos estão vivos
Tão vivos como nós
Incentivam-nos à Vida
Não ao suicídio atroz
Comprovam a reencarnação
Com dados inquestionáveis
Para entendermos a tolice
Dos suicídios reprováveis
Se a vida continua
Como a ciência evidencia
Matar-se na vida
É falta de pontaria
Anima-te amigo
Seja qual for a dor
Não estás só
Deus é Amor
Se souberes porfiar
E com fé prosseguires
A provação vai acabar
Acabarás a sorrir
A vida é bela
Seja como for
Do cego ao rico
A vida é uma flor
Que nos compete apreciar
Com enlevo e alegria
Sorvendo o perfume
Que nos traz cada dia
Sempre que pensares
Na tua cruz
Não te esqueças
De orar a Jesus
Poeta alegre
Psicografia
recebida por JC no ENL, em Óbidos, Portugal, em 22 de Março de 2012
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