1.6.17

Terrorismo, Trump, Ambiente, Espiritismo...


Estes temas aparentemente não têm ligação nenhum com o Espiritismo, dirão muitos opinadores. No entanto, sendo o Espiritismo uma doutrina espiritualista, universal e universalista, será que não tem mesmo nada em comum ou a dizer? Venha daí…

A Terra vive em sobressalto permanente, abalada pelos vírus da guerra, da ganância, da corrupção generalizada, da falta de civismo, falta de respeito pela Natureza, entre tantas outras arbitrariedades que cometemos connosco, com o planeta e consequentemente com as outras pessoas.
Aquando de um atentado terrorista, logo aparecem mil e um fazedores de opinião, nas televisões, dissecando as possíveis causas e experimentando eventuais soluções.
A causa? Os bandidos dos terroristas…
Aquando da eleição do líder americano mais repudiado até hoje, e vendo as suas atitudes irresponsáveis no governo de um dos países mais militarizados do mundo, os sociólogos, politólogos e outros especialistas, esmeram-se em descortinar explicações para o aparentemente inexplicável.
A causa? Os incultos dos americanos…
Colhendo os efeitos dos desmandos no planeta, como a poluição, as desmatações, entre tantas outras maldades cometidas contra a Mãe-Natureza, logo aparecem os especialistas em ambiente, dissecando mil e um culpados, causas e possíveis soluções.
A causa? Os malandros das multinacionais…
Curiosamente, nestas situações fracturantes e decisivas para o bem-estar no planeta Terra, raramente aparecem espíritas a comentar o porquê das coisas e a cogitar de possíveis soluções.
Mas o que o Espiritismo tem a ver com isto?
No livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec, publicado em França em 1864, podemos encontrar trechos do “Novo Testamento” explicados com uma linguagem actual, simples, esclarecedora, bem como mensagens de Espíritos que, à época, deixaram alguns comentários a esses mesmos textos de índole moral.
No capítulo XI, tema “O Egoísmo”, numa mensagem de Pascal, recebida em Sens, em 1862, encontramos: “O egoísmo é a negação da caridade. Ora, sem caridade, não há tranquilidade na vida social, e digo mais, não há segurança…”
Esta mensagem recebida em 1862, reflecte em grande rigor os estertores sociais de 2017, explicando com simplicidade, tal como fizera Jesus de Nazaré, há mais de 2 mil anos, que o egoísmo é a causa de todos os males da humanidade, levando-a a viver sem tranquilidade e sem segurança.

Só com caridade, fraternidade, auxílio mútuo desinteressado,
a sociedade será mais tranquila e mais segura.

Podemos questionar de novo: qual a causa do terrorismo, dos fenómenos tipo “Trump”, da crise ambiental, entre tantos outros problemas da humanidade?
A causa radica no egoísmo do ser humano!
Qual a solução para os mesmos problemas?
A solução encontra-se na caridade, na fraternidade, no auxílio mútuo desinteressado!
Somente quando o Homem mudar de atitude interior, moralizando-se, mudará os que o rodeiam, pelo exemplo.
Assim fazendo, as ondas de choque, pela positiva, alargar-se-ão à cidade onde viva, ao país onde se encontra, e a todo o mundo.
Não há que enganar, nem inventar a roda.
A paz é o caminho”, referia Gandhi, e Jesus já antes dera a receita da felicidade possível na Terra: “Não fazer ao próximo o que não desejamos para nós”.
Se os terroristas recebessem escolas, lápis, cadernos, livros, refeições, casas condignas, Amor, respeito, ao invés de receberem armamento, não haveria terrorismo.
Se as crianças aprendessem em casa e na escola, os valores ético-morais de uma sociedade onde o Amor universal nos leve a fazer ao outro o que queremos para nós, não haveria lugar na sociedade para fenómenos “Trump”, nem tão pouco os agiotas e os gananciosos prosperariam, pois que crianças moralizadas, seriam por arrastamento adultos mais correctos.
O Espiritismo, não sendo mais uma religião nem mais uma seita, mas sim uma doutrina filosófica de consequências morais, universal e universalista, investiga os factos espíritas, explica-os, e aponta a moral que Jesus deixou na Terra, como o caminho mais seguro para a evolução espiritual da Humanidade.
Só assim, com caridade, fraternidade, auxílio mútuo desinteressado, a sociedade será mais tranquila e mais segura, já nos informava o Espírito Pascal, em 1862…
  
1 Junho 2017

1 comentários:

Unknown disse...

O fenómeno Trump é sim o resultado de globalistas e no caso americano democratas que rtesolveram ignorar por completo os americanos do interior, das indústrias que já nem existem, e que são tão "racistas" que até votaram no obama, e até dos negros, para se focarem só nos novos e cada vez mais imigrantes, legais ou ilegais, com uma taxa de reprodução de 3 para 1, ou seja uma massa de votantes tal que manterão os democratas no poder para sempre, visto estarem sempre dependentes de ajudas sociais. Fora a corrupção e belicismo cada vez mais evidentes da Hillary e democratas, daí ter-se dito "chega". O mesmo se passa na Europa, mas com muçulmanos que vão destruir o que é a Europa para sempre a continuar assim, aliás liberdades e valores conquistados por outros muito melhores que nós já estão a ir pela cano em favor de leis absolutamente bárbaras como a sharia.
Porque a solidariedade e caridade são muito bonitas, mas não à custa de aumentos de 1000% de violações, assassinatos, espancamentos, introduções insidiosas da sharia nas leis seculares europeias, e perdermos para sempre tudo o que tivemos e que somos, valores, identidade e civilização.

Quanto ao Trump, esse "racista" e "antisemita" que fez com que o desemprego de afro-americanos descesse para o seu valor mais baixo de sempre e tem genro e filha judeus e reconheceu Jerusalém como a capital de Israel, não se pode dizer que seja um bom racista e antisemita...
Mais ainda, é fervorosamente pró-vida e anti-aborto (alguns dizem que foi por ter nascido o filho mais novito). Ele não será apenas incompreendido, cujo ódio a ele foi movido pelos media e políticos mais corruptos que já se viu? É que ainda antes de ter anunciado a sua candidatura ele não era tido como nenhum Hitler como a comunicação social o pintava, pelo contrário até gostavam dele. Mas assim que se atreveu a ir contra a Hillary, a que era suposto ganhar e em quem apostaram todas as fichas, foi tiro e queda... estranho, não?

Enviar um comentário