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Princesa assume mediunidade


A mediunidade é a capacidade de captar o mundo espiritual, extrafísico.
Pode ser de vários tipos (vidência, audiência, fala, escrita, intuitiva, etc...) e ter vários graus de intensidade, dentro de cada tipo.
É um assunto que foi pesquisado e estudado pela 1ª vez no mundo, por Allan Kardec, que teve o cuidado de elaborar um manual para que, quem tivesse essas características, aprendesse a lidar com elas: "O Livro dos Médiuns".

Esta característica é uma espécie de 6º sentido, que todos temos e, que na maioria das pessoas, está adormecida.
Aqueles que a têm desenvolvida são apelidados de médiuns (as pessoas confundem médiuns com espíritas, mas não são a mesma coisa; o médium é aquele que tem a capacidade de captar o mundo espiritual, é uma capacidade orgânica, pode ser ateu, de uma religião qualquer, agnóstico, espírita, etc; o Espírita é o adepto da ideia espírita, tenha ele mediunidade ou não; obviamente, a Doutrina Espírita utiliza a mediunidade para intercambiar, de uma maneira séria e controlada, com o mundo espiritual).
Hoje em dia, uma grande parte da população está a desabrochar essa capacidade que, é inerente a todo o ser humano.
Quem não sabe lidar com esta situação nova, estranha, sofre, inquieta-se e, de um modo geral acaba numa Associação Espírita a estudar e a aprender a lidar com esta faculdade, após terem deambulado por charlatães, tarólogos, mulheres de virtude, exorcistas, reiki, psiquiatras, etc...
O Prof. Dr. Mário Simões, professor de medicina e de psiquiatria em Lisboa, confessou numa entrevista dada à "Notícias Magazine", no fim da década de 90, que as Associações Espíritas prestavam uma preciosa ajuda à medicina e à psiquiatria, ao auxiliarem as pessoas com mediunidade, pois a medicina actual não o sabe fazer.
Gláucia Lima, médica psiquiatra, cientista, efectuou uma pesquisa científica para a Fundação Bial, Portugal, onde demonstrou que o ser-se médium nada tem a ver com patologias e, que os médiuns pesquisados e investigados (em estado de vigília e em estado de transe - estado modificado de consciência) eram pessoas perfeitamente normais.

A mediunidade é uma característica inerente ao ser humano que,
deve ser estudada numa Associação Espírita,
a fim de poder lidar com ela naturalmente e em segurança.

Nos Evangelhos, Jesus referia esta mesma época actual, em que a mediunidade se generalizaria (os velhos terão visões, os jovens profetizarão, etc...).
Allan Kardec, o eminente sábio francês que compilou a Doutrina dos Espíritos, em meados do século XIX, utilizando o método científico, num dos seus livros, "A Génese", fala das crianças da "nova era" que, viriam com novas faculdades, para auxiliarem a Terra a dar um salto evolutivo, no campo científico mas também e essencialmente no campo moral.
Actualmente são muitos os cientistas que pesquisam as áreas fronteiriças do Espírito, a nível mundial, sendo que a maioria deles nem sequer conhece a Doutrina Espírita. Os seus resultados, até aos dias de hoje, têm comprovado a seriedade e a assertividade dos ensinamentos espíritas.
Marta Luísa, é apenas mais uma pessoa que, na Terra tem mediunidade.
Teve a coragem de o assumir publicamente, pese embora os grande dissabores que sofreu com a sua sinceridade.
Abdicou das suas regalias sociais e foi viver para Inglaterra, com o marido e as suas 3 filhas.
Com uma amiga, montou uma escola para auxiliar as crianças a lidarem com estas características espirituais.
Marta Luísa é princesa, filha mais velha dos reis da Noruega (in Revista Sábado, Portugal, www.sabado.pt, 16 Maio 2015). 
Parafraseando o respeitável filósofo e escritor brasileiro José Herculano Pires, espírita, todos nós somos seres "Psi" e um dia esta faculdade hoje considerada extra-sensorial passará a ser tão natural nos humanos como hoje é ouvir, ver ou falar.

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O obsessor...

O obsessor
Tem a obsessão
De obsidiar
O Sr. João

Ódio d'outrora
Quando o amigo
Lhe roubou a Aurora
Fazendo da vida um castigo

João, obsidiado,
Está sempre inquieto.
Foi à bruxa:
"tens cofre aberto"!

Lá meteu ao pescoço
Pequena chave de metal
"Põe isso, filho,
Livra-te de tod'o mal".

Lá ia o João,
C'aquilo pendurado,
E o obsessor,
sempre ao seu lado

Quando João morreu,
Aurora suicidou-se.
O obsessor "vitorioso",
Feliz, vingou-se...

Anos a fio,
Sofreram sem parar.
Como este trio
Haveria de resgatar?

Deus, bondoso,
Permitiu a reencarnação
D'Aurora e João.
O obsessor? Filho varão!

Como era lindo,
Ver o casal,
Embevecido,
C'o filho Juvenal.

A Lei de Deus,
É de bondade,
Tudo tem solução,
Até a maldade.

Tempo e paciência,
Amor e dedicação,
São as premissas,
P'rá reencarnação.

Poeta alegre 
Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica do Centro de Cultura Espírita, Caldas da Rainha, Portugal, em 24 de Março de 2015

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Espíritas portugueses: ser feliz !


O Caldas Internacional Hotel, em Caldas da Rainha, Portugal, recebeu as XI Jornadas de Cultura Espírita. Mais de 500 espíritas de todo o país, Espanha e Brasil estiveram ali reunidos em torno do tema "ser feliz: da matéria à espiritualidade" nos dias 1 e 2 de Maio de 2015.

A abertura do evento, inicialmente programada para ser com a presença de Divaldo Pereira Franco (que teve de regressar ao Brasil por motivos de saúde), o maior divulgador espírita do mundo, constou de um momento musical com João Paulo Gomes ao violino, um filme de abertura e, um ESPECIAL DIVALDO FRANCO, momento esse muito emotivo e informativo, acerca da vida e obra deste grande personagem ao nível mundial.
O presidente da Federação Espírita Portuguesa (FEP) dirigiu uma saudação a todos os presentes e seguiram-se várias conferências. Lígia Pinto, médica abordou a temática da depressão e suicídio, Ulisses Lopes, presidente da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (ADEP) falou sobre os vícios, como mecanismos de fuga. José Esteves Teiga, vice-presidente da FEP apresentou as obras de 7 autores portugueses, espíritas, obras essas editadas pela FEP e cujo lucro reverte integralmente para a divulgação do Espiritismo, para a FEP. Seguiu-se interessante palestra da Drª Gláucia Lima, médica, sobre "Viver melhor: a ânsia de cada um". A professora Ana Duarte abordaria a temática "Aceitar o outro na diferença" e José Lucas o tema "Relações interpessoais", terminando o 1º dia deste evento com 4 música à viola com o professor Reinaldo Barros.
O dia 2 de Maio traria novas caras, novos temas e novas dinâmicas.
Após o reinício das actividades, a professora Manuela Vieira falou sobre "Começar de pequenino" realçando a importância da educação espírita no homem do futuro. O jornalista e escritor Jorge Gomes fez brilhante abordagem ao tema "Perda de entes queridos" utilizando para isso o mundo animal como referência para uma actividade normal na vida, que é a morte do corpo físico, realçando com lógica e profundidade que afinal ao invés de haver perdas, há ganhos.
Reinaldo Barros falou sobre a felicidade no mundo espiritual, e Vasco Marques, um dos "gurus" do "marketing digital" em Portugal fez brilhante palestra interactiva, demonstrando como podemos utilizar com poucos recursos o espaço cibernético numa divulgação do espiritismo, bem feita e não de qualquer maneira.

Ser feliz, da matéria à espiritualidade, são passos consecutivos
que cada um pode dar, dentro de si próprio.

Após o almoço decorreu um debate moderado por Noémia Margarido, com todos os palestrantes, seguindo-se uma breve alocução de João Xavier de Almeida, ex-presidente da Federação Espírita Portuguesa, que alertou os presentes para a necessidade dessa busca da felicidade no nosso interior.
As XI Jornadas de Cultura Espírita, organizadas pelo Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha e pela Associação Cultural Espírita de Alcobaça, com o apoio da FEP e da ADEP, terminariam com brilhante intervenção do médico pediatra Joaquim Sequeira, que pegando nas suas experiências de voluntariado em situações de guerra, em África, deixou todos os presentes a pensar sobre o que pode ser mesmo a felicidade.
Sílvia Torres (Sonasfly), música açoriana encantou os presentes com as suas músicas terminando o evento com um filme aglutinador de todas as actividades nesses dois dias.
Ser feliz, da matéria à espiritualidade, são passos consecutivos que cada um pode dar, dentro de si próprio, na certeza de que reencarnação após reencarnação vamos galgando os caminhos da evolução em busca de um devir melhor, mais feliz.
"Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a lei" é o desiderato de todos nós até que um dia atinjamos o estado de Espíritos puros.
A organização já pensa no evento do próximo ano, 2016, ano em que Portugal receberá igualmente o 8º Congresso Espírita Mundial, em Lisboa, no mês de Outubro.

Quem desejar poderá assistir a todos os eventos destas XI Jornadas de Cultura Espírita na Internet em http://adep.pt/jornadas2015/

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Nós, a TAP, o egoísmo...


Está anunciada uma greve de 10 dias, na TAP, por parte do Sindicato dos pilotos dos Transportes Aéreos Portugueses. As pessoas estão cansadas de tantas greves, estão cansadas da prepotência de quem manda, de quem nos governa, das mentiras e meias-verdades de todo o lado. O que sobra? Pode não sobrar nada... da TAP! Como ver estes conflitos sociais e laborais à luz da Doutrina Espírita?

29 de Abril de 2015. Anunciada mais uma greve da TAP, de 1 a 10 de Maio, por parte do Sindicato dos Pilotos. O prejuízo rondará os cerca de 70 milhões de euros. Existem 3 partes em jogo: Governo de Portugal, Sindicato dos Pilotos e Administração da TAP. Todos com as "suas" razões, umas mais razoáveis que outras, dependendo do ponto de vista de quem analisa.
No final, todos perdemos: perde o Governo, perde a Administração, perdem os pilotos, perdem os demais trabalhadores da TAP, perdem os portugueses que pagam o prejuízo com o dinheiro suado diariamente.
O direito à greve é preciosa conquista que a Humanidade logrou, na busca pelos equilíbrios e mais justiça social e laboral.
Não deveria haver direito à greve, nem deveria haver greves, nem deveria haver abusos por parte de quem governa e administra.
Utopia, dirão os materialistas ou quem desconhece a espiritualidade e a vida além da vida no corpo físico.

Os Espíritos superiores referem que o maior defeito da Humanidade
é o egoísmo, base dos demais defeitos.

No entanto, a Doutrina Espírita diz-nos que existem outros mundos, outras humanidades, mais evoluídas que a nossa, em que cada ser social, cônscio dos seus deveres sociais, faz o que lhe compete, com entusiasmo, competência e em prol do bem comum.
Esta será a realidade do planeta Terra no 3º milénio, segundo informação dos Espíritos superiores, período este em que a Terra subirá de nível moral e intelectual, passando de planeta de expiação e provas (onde o mal se sobrepõe ao bem) para planeta de regeneração (onde o bem se sobreporá ao mal).
Tal já está a acontecer, com a reencarnação de espíritos nobres, de outros espíritos dedicados ao bem, com objectivos superiores, enquanto que os espíritos que forem largando o corpo de carne, pelo fenómeno natural da morte e, que não tenham condições de voltar à Terra pacificada, serão transferidos para planetas inferiores, mais afins com o seu estado de alma, temporariamente, até que sublimem os sentimentos inferiores.
Em "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec, os Espíritos superiores referem que o maior defeito da Humanidade é o egoísmo, base dos demais defeitos, como o orgulho, a vaidade, entre outros.
Se quiséssemos superar o egoísmo pessoal, o egoísmo de classe, o egoísmo de grupo e, se fizéssemos ao próximo o que gostaríamos que nos fizessem (suprema receita psicoterápica que Jesus de Nazaré deixou à Humanidade), hoje não estaríamos a abordar este assunto, que pode levar uma companhia aérea, das mais conceituadas do mundo (a TAP), para o charco da falência desnecessária!

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O porquê da Vida...

Vieste à Terra,
P'r amadurecer,
Está na hora,
De crescer, crescer.

Reencarnaste,
P'rá evolução,
Aproveita o momento,
Exercita o perdão.

Comer, dormir,
Trabalhar, passear,
Não são o objectivo,
Do teu reencarnar.

Difíceis testes,
Ficaram reservados,
Antes de voltares,
Ao mundo dos encarnados.

São os testes,
Da indulgência,
Da tolerância,
E da paciência.

Vieste à Terra,
P'ra rejuvenescer,
O intelecto e a moral,
Crescer, crescer...

Olha p'ra ti,
Com rectidão,
Não percas tempo,
Na inacção.

Amanhã poderás,
Não ter tempo,
De corrigir
O momento...

Esforça-te então,
Por melhorar,
Um pouco cada dia,
Até desencarnar.

O objectivo da Vida,
Nesta reencarnação,
É aprender sempre,
Que o Amor é a solução!


Poeta alegre 

Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica do Centro de Cultura Espírita, em Caldas da Rainha, Portugal, em 10 de Fevereiro de 2015.

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Afinal, é fácil...

 
Uma reunião de estudo espírita, deste vez subordinada ao tema "O casamento e o divórcio", tomou conta do espaço entre as 17H15 e as 18H30, naquele sábado ensolarado.
Na semana anterior, já tinha sido alvo de profunda e profícua troca de ideias entre as cerca de 25 pessoas presentes. Desta vez, à guisa de introdução, vimos uma vídeo retirado do "youtube", do programa "Transição", onde Divaldo Pereira Franco, médium e conferencista espírita, dissertava sobre o casamento e o divórcio.
Os cerca de 28 minutos do vídeo, foram sorvidos em silêncio sepulcral, parecendo ter durado apenas cerca de 10 minutos. O debate, posterior, seguiu-se animado, com ideias das mais diversas, testemunhos e, procurando encontrar pontos de equilíbrio entre os diversos pontos de vista.
A páginas tantas, o Manuel levantou a mão.
Tendo-lhe sido dada a palavra, dispara: "depois de ouvir o Divaldo Franco, concluímos que, afinal, é fácil levar por diante o casamento" ao que, Vítor, ao seu lado, rematou: "pois, o problema é o orgulho".
Quase no fim da reunião, o mesmo Vítor tem uma tirada de mestre: "Ora bolas, porque é que isto não é ensinado lá fora, na sociedade?"
Ficamos a meditar naquelas intervenções oportunas e certeiras.
A expressão "Afinal é fácil" continuava a bailar na cabeça de todos nós...
Se "afinal é fácil", porque existem tantos divórcios, tantas separações, tanta violência?
O busílis da questão, voltava inevitavelmente para os ensinos de Jesus de Nazaré, quando sugeria "não fazer ao próximo o que não desejamos para nós".
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Allan Kardec, tem um texto notável, intitulado "O Homem de Bem" que aponta o que ser, sentir, pensar e agir para se poder ser feliz.

"Não se irrite, sorria. Não critique, auxilie.
Não acuse, ampare. Não grite, converse"

(André Luiz, psicografia de Chico Xavier)

Embrulhando as actividades da vida no respeito mútuo, na tolerância, na compreensão, no entendimento, no aceitar o outro como ele é, sem se despersonalizar, no não discutir mas conversar e, se não confundirmos as pessoas com as ideias, torna-se mais fácil amar e sentir as pessoas, pois estas são imortais e, as ideias passam.
Aos poucos, vamos valorizando as pessoas, as relações interpessoais, as diferenças, aprendendo, com paciência, a discordar com ternura, com benevolência e generosidade.
É também a oportunidade de, agindo, ensinar o outro, ao invés de, falando, querer mudar o outro, a sua maneira de pensar e de agir.
Excluindo as situações em que um dos cônjuges quer mesmo mudar de vida, excluindo as situações lamentáveis de violência física e / ou psicológica, sentindo, pensando e agindo como o Espiritismo nos sugere, a vida torna-se melhor, mais tranquila, com mais sentido e, naturalmente mais feliz para todos os envolvidos no laboratório doméstico, onde as almas se vão aprimorando, com vista a novos rumos mais felizes no futuro, em futuras reencarnações.
Em pleno século XXI, aquelas 25 pessoas aperceberam-se, na sequência de um "pensar alto" de um dos elementos, que "afinal é fácil" superar as dificuldades no casamento, bem como nas relações interpessoais, de um modo geral.
Se remontarmos aos ensinos de Jesus de Nazaré, há mais de 2 mil anos, questionamo-nos porque a humanidade, apesar do imenso avanço tecnológico, continua no campo ético-moral, praticamente estagnada.
Se nos despojarmos do orgulho, verificamos que... afinal é fácil !

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Olho a Terra...

Olho a Terra,
Ensanguentada,
Vejo guerras,
Gente estropiada.

Olho a Terra,
Cheia de guerra,
Que o egoísmo,
Não enxerga.

Olho a Terra,
Vejo sofrimento,
Uns com tanto,
Outros sem alimento.

Olho a Terra,
Tão animalizada,
O Homem descurando,
A paz desejada.

Olho a Terra,
Cheia d'egoísmo,
Uns morrem de fome,
Outros em "turismo".

Bola azul,
Rola no espaço,
Carregando dores,
No seu regaço.

Chegou a hora,
Da Terra recuperar,
Dos maus tratos,
Que a estão a matar.

Peço a Deus,
Grande revolução,
P'ra que na Terra,
Não falte pão.

Peço a Deus,
Grande mudança,
P'ra que não morra,
Nenhuma criança.

Peço a Deus,
Pela paz,
Onde a guerra,
É ainda capataz.

Anseio, anseio,
P'lo devir,
Sem dor nem guerra,
No nosso porvir.

Venha lá,
O "juízo final",
Que trará o justo,
E levará o banal.

Com a reencarnação,
A Terra evoluirá,
Só reencarnando
O bom, com "alvará".

Anseio, anseio,
Poder dizer,
"Outrora na Terra,
Matar era prazer".

As lágrimas caem,
De felicidade,
Ao vislumbrar,
A nova Humanidade!

Obrigado, meu Deus,
P'la transformação,
Do planeta Terra,
Em planeta de regeneração.

Poeta alegre
Psicografia recebida por JC em Óbidos, Portugal, em 18 de Fevereiro de 2015

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Rap do Além...

O homem quer o perdão
mas não consegue dar pão

O homem quer o perdão 
mas abusa quando é patrão

O homem quer o perdão 
mas em casa é um safadão

O homem quer o perdão
mas vive no mal, na ilusão

Se queres perdoar,
muda meu irmão
faz aos outros o que queres
que os outros te façam, então!

Perdoar é bom, perdoar é a solução
para a dor, para a desilusão

Deixa a armadura que carregas no coração
tu não és de ferro, também precisas de perdão

Esse é o caminho, perdoar meu irmão
luta, vai em frente, só esses vencerão...


Rapper do Além 
(rapaz mulato, cerca de 22 anos, nome "Rito")
Psicografia recebida por JC no Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, Portugal, em 3 Out 2014, na reunião pública sobre o perdão.

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Os mortos - vivos...

Chega o tempo
Dos defuntos comemorar
Mas eles não morreram
Até podem conversar

Fronteira imaginária
Entre vivos e mortos
Quem pensa assim
Tem horizontes tortos

Os mortos não morreram
Estão vivos, e de que maneira,
Vivem de tal modo
Que estão à tua cabeceira

Mas, quero falar
Doutro tipo de falecidos
Os mortos-vivos
Por vós esquecidos

Sois vós, sim senhor
Os mortos-vivos
Quando desanimais
Com factos ocorridos

Despertai p’rá Vida
A Vida imortal
Vivei-a desde já
Nesse “quintal”

Quem vive na Terra
Na matéria enredado
Quando der por ela
Está desencarnado,

Sem que disso
Tenha percepção
O que trará
Muita aflição

Estudai Kardec
Absorvei a lição
Amar a todos
Em tod’a situação

Esquecei a morte
A grande ilusão
Agradecei a Vida
Nesta reencarnação

Poeta alegre

Psicografia de JC na reunião mediúnica no CCE, C. Rainha, Portugal, em 28 Outubro 2014

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12 anos ao serviço do Espiritismo...


O Centro de Cultura Espírita (CCE), de Caldas da Rainha, Portugal, fez no passado dia 3 de Janeiro de 2015, 12 anos de idade e de actividades ininterruptas, ao serviço das pessoas. Uma actividade filantrópica que tem continuado, graças a cerca de 40 associados que vão mantendo a instituição a funcionar gratuitamente.


O Espiritismo é uma ciência filosófica de consequências morais. Como ciência de observação, investiga os factos espíritas, como filosofia explica-os e como moral aponta um roteiro moral para a humanidade, assente nos ensinamentos de Jesus de Nazaré, levando assim o Homem a uma espiritualidade mais esclarecida e vivida interiormente, sem rituais ou práticas exteriores.
Poderia ser o mote da conferência do dia 3 de Janeiro, onde Amélia Reis e Benjamim Bene foram entrevistados por Filomena Lencastre e João Gomes que, juntamente com os seus acordes musicais, falando e cantando, foram esclarecendo sobre espiritismo e a história do CCE.
Na semana seguinte, Paula Venâncio e Leonor Leal, da Associação de Cultura Espírita de Alcobaça, fizeram as delícias dos presentes, abordando com mestria do porquê de serem espíritas, como chegaram ao espiritismo e as consequências nas suas vidas. Gláucia Lima, médica, foi a convidada no dia 16 de Janeiro, onde falou dos inimigos desencarnados (falecidos), do intercâmbio benéfico e prejudicial com o mundo espiritual, dependendo sempre do nosso estado emocional, envolto no bem ou no mal. Jorge Gomes, jornalista e editor do Jornal de Espiritismo, escritor, efectuou o lançamento nacional do seu novo livro espírita, editado pela Federação Espírita Portuguesa (FEP), "Do pós-vida à mediunidade e da reencarnação ao bullying" aproveitando no fim, o ensejo para os muitos autógrafos que as pessoas pediam.
Para terminar a comemoração do 12º aniversário do CCE, esteve presente no dia 30 de Janeiro a Drª Anabela Cardoso, diplomata portuguesa, que abordou a temática "Transcomunicação Instrumental - TCI", isto é, as experiências de contactos com o mundo espiritual através de aparelhos electrónicos.

O centro espírita é um espaço cultural, onde a amizade, fraternidade
e auxílio mútuo desinteressado devem ser sempre
os paradigmas existenciais

Questionada sobre o porvir, Amélia Reis, presidente do CCE, refere que o centro espírita é um espaço cultural, aberto a todos os caldenses e não caldenses que aqui se dirijam. Para além de grupos de estudo do espiritismo ao Sábado à tarde, existe em simultâneo, um grupo de crianças e de jovens espíritas, das 15h às 16H30.
Têm também actividades de apoio social a famílias carenciadas, passe espírita ao domicílio para pessoas imobilizadas, reuniões de contacto com o mundo espiritual, biblioteca, livraria, conferências espíritas semanais à sexta-feira, pelas 21H00, seguidas de passe espírita e atendimento em privado a pessoas necessitadas de orientação espiritual.
Actualmente estão a organizar em parceria com a associação espírita de Alcobaça, as XI Jornadas de Cultura Espírita, em Óbidos, nos próximos dias 1 e 2 de Maio.
Com sede na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c, no Bairro das Morenas, nas Caldas da Rainha e página na Internet em cceespirita.wordpress.com o Centro de Cultura Espírita continuará a ser um espaço cultural ao dispor das pessoas onde o Amor, a fraternidade e o auxílio mútuo serão sempre os seus paradigmas existenciais.
Defendendo que "Fora da caridade não há salvação", um dos lemas do Espiritismo, que significa que, somente através da fraternidade, solidariedade e auxílio mútuo desinteressado, o homem evoluirá espiritualmente, Amélia Reis termina com uma frase que enquadra o pensamento espírita: "Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a Lei".

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Francisco de Assis...

Francisco, o guerreiro
Cedo despertou
Entregou-se a Deus
A matéria largou…

Apelidado de louco
Os leprosos curava
Sofrendo o escárnio
Dos que antes adulava

Divulgou o Evangelho
Por terras distantes
Discordou do Papa
E dos arrogantes

Prosseguiu o pobre
Francisco de Assis
Amando e servindo
A Deus, como quis

Nem mesmo a cegueira
O conseguiu “cegar”
Mesmo sem ver
Continuou a pregar

Incompreendido
Nunca titubeou
Deixando na Terra
O Amor que pregou

Grande Luz deixou
À Humanidade
Um roteiro humilde
Para florir mais tarde

Está na hora
Do Francisco imitar
Levando a todos
O acto de Amar

O pobrezinho d’Assis
Foi o mais rico, afinal
Mostrou que o Amor
É tesouro imortal…

A Terra clama
Que voltes de novo
Para que ilumines
Este pobre povo

Um raio de Luz
Se dirige à Terra
É Francisco que volta
P’r Amar quem erra


Poeta alegre 

Psicografia de JC, em Óbidos, Portugal, em 12 de Janeiro de 2015

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Na Natureza...


Um dia sonhei
Com a Natureza
E pude apreciar
A sua beleza

Tudo era Vida
Na vida multiforme
Entreligando todos
Do ínfimo ao enorme

Tudo se encadeia
Nessa grande criação
Do minúsculo átomo
À árvore do sertão

Organismo vivo
Ao Homem ligado
Este na cegueira
Destrói o divino legado

A Natureza adoecendo
Adoece a Humanidade
Que não se compadece
Da sua “maternidade”

Como em tudo,
Na Natureza
Tende para o equilíbrio
Tamanha tibieza

Nesse sentido
Vem a perturbação
Corrigindo os erros
Da sua população

Dia virá
Em que a humanidade
Venerará a Natureza
Como à divindade

Assim, em equilíbrio,
Encontrará a solução
Para viverem em conjunto
Sem perturbação

O Amor divino
Essência do Universo
Ensina-nos o caminho
O caminho inverso

Amar a todos
Sem distinção
Seja branco ou negro
Ou outro ser da Criação.

Poeta alegre 
Psicografia de JC em Óbidos, Portugal, em 27 Outubro 2014

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Um caso de xenoglossia...

     

O termo “xenoglossia” foi proposto pelo professor e escritor Charles Richet, médico e fisiologista francês, pesquisador de fenómenos psíquicos, criador da Metapsíquica e Prémio Nobel de Medicina de 1913, com o intuito de distinguir, de modo preciso, a mediunidade poliglota propriamente dita (pela qual os médiuns falam ou escrevem em línguas que eles ignoram totalmente e, às vezes, também, ignoradas de todos os presentes) dos casos afins, contudo, radicalmente diversos, da “glossolalia” (nos quais os pacientes sonambúlicos, falam ou escrevem em pseudo línguas inexistentes, elaboradas nos recessos de suas subconsciências, pseudo línguas que não raro se revelam orgânicas, por serem conformes às regras gramaticais).
Xenoglossia, do Grego, Xenon = estranho, estrangeiro; Glossa = Língua.

Durante a nossa participação no I FOREBLU (Fórum Espírita de Blumenau), de 13 a 15 de Setembro de 2013, que teve lugar na cidade de Blumenau – Santa Catarina, Brasil, durante as palestras que se sucediam por diferentes expositores, o médium de psicografia, José Araújo, exercia a actividade psicográfica. Fui convidado pelo mesmo a sentar-me ao seu lado, na mesa ao lado do palco onde ocorriam as palestras. Pude assistir bem de perto ao fenómeno de psicografia mecânica, quando o médium escrevia em velocidade célere. Primeiro várias páginas em Francês que, foram assinadas pelo espírito de Rémy Chauvin, endereçada ao Pe. François Brune que reside em Paris. O suposto Espírito comunicante solicitava-me que enviasse a missiva a este nosso amigo comum.
Em seguida, assisti a mais um transe psicográfico. Desta vez, a mensagem era escrita em idioma português e atribuída ao Espírito de Hemendra Nat Benerjee, renomado pesquisador indiano que viveu na cidade de Jaipur, no Estado de Rajasthan, que se notabilizou com as pesquisas empreendidas em torno do fenómeno da reencarnação.
Diante do que pude observar, o transe foi intenso, com expressiva velocidade, em fluxo contínuo, sem nenhuma interrupção em qualquer momento da escrita.

No final, observei que o comunicante assinalava no papel uma outra construção na escrita, apresentando diante aos meus olhos, um outro idioma diferente do nosso. Fez a primeira inserção, para mim desconhecida e, acrescentou após esta, as palavras em português: “para todos”. Em seguida, sem nenhuma paragem na mão, assinalou uma frase inteira, no mesmo idioma desconhecido. Importante assinalar que, não era em alfabeto de dígitos como o que conhecemos, nas línguas latinas. Contudo, no final, assinou o nome em língua portuguesa, Hamendra Nat Banerjee, encerrando assim a psicografia.
Em Fortaleza, procuramos um casal amigo, indianos de nascimento e brasileiros naturalizados, o Dr. Harbans Lal Arora e a sua esposa Wed Kumari Arora, junto aos quais nutrimos afectuosa amizade há cerca de 9 anos. Ele é professor, físico e cientista, filósofo humanista, PhD em Física Quântica pela Universidade de Waterloo, Canadá, nas Universidades da Alemanha e da Índia e, professor-titular (aposentado) do Departamento de Química Analítica e Físico-Química e do Núcleo de Processos Energéticos e Industriais da Universidade Federal do Ceará - UFC. É ainda conferencista internacional, escritor e consultor de diversas organizações nacionais e internacionais nas áreas da Saúde, Educação e Ecologia. Consultor da FAO, OLADE e BID para a América Latina e Caribe nas áreas de Energia Renovável e Desenvolvimento Sustentável.

Wed Kumari Arora é Diretora e Professora de Yoga no Instituto Indiano de Yoga Vivekananda, em Fortaleza - CE, desde 1976. Ministra Cursos, Palestras, Confe-rências, Workshops em Yoga, Yogaterapia, Recursos Humanos, Manuseio do Stress, Saúde Integral. Especialista em Yoga na Educação Física, e Yoga Para a Terceira Idade em vários países, no Brasil, Uruguai, El Salvador, Guatemala, Argentina e França.
Acreditávamos que eles, pertencentes ao mesmo país de origem do comunicante Hamendra Nat Banerjee, poderiam dar alguma informação mais segura a respeito daquela psicografia.
Para que não houvesse dúvidas sobre a assinatura grafada naquele idioma, para nós desconhecido, procedemos previamente à exibição apenas da assinatura, sem o conteúdo psicografado, bem como ocultamos, também, o nome que foi escrito abaixo em idioma português. Preparamos, assim, antecipadamente, duas cópias, colocando na parte superior do papel-A4, apenas a assinatura, que desconfiávamos estar escrito em idioma indiano. Contudo, precisávamos de uma certificação. O restante do papel ficou em branco. Apresentamos duas folhas idênticas ao casal, sem mencionar nenhuma palavra sobre o que se tratava. Inopinadamente, perguntei se eles reconheciam o que estava escrito no frontispício daquelas duas folhas de papel.
A resposta veio instantânea: “aqui está escrito em idioma hindi, a palavra “Shanthi,” que quer dizer “Paz” que completa em português a frase “para todos”, e abaixo está escrito Hamendra Nat Banerjee, - é uma assinatura, trata-se de o nome de uma pessoa” - a resposta fez-se ouvir sem nenhuma hesitação.
Após relatado o ocorrido, solicitei ao casal uma declaração, autenticando o fato do reconhecimento da assinatura em idioma hindi. Imediatamente a Sra. Wed Arora o fez do próprio punho, produzindo assim o documento, em anexo.
A constituição da India reconhece 22 línguas oficiais, além de mais de uma centena de dialectos. O hindi, na escrita devanagari é reconhecido como o idioma oficial do governo, é também uma língua falada em seis Estados, entre eles o de Rajasthan. Eles também revelaram que conheciam o Dr. Banerjee de nome e, sabiam sobre as suas pesquisas, contudo, não o conheceram pessoalmente, portanto, não privaram da sua amizade.
Após terminado a declaração, escrita no mesmo papel, o casal assinou os seus respectivos nomes em português e, em seguida, abaixo, em idioma hindi, conforme fez Hamendra Nat Benerjee.

De posse do documento, eu e meu filho Tiago Nunes, dias depois, dirigimo-nos ao cartório de Fortaleza – Ceará e procedemos ao reconhecimento das duas assinaturas, conforme apresentadas no documento.
José Fernando de Mendonça Araújo, o médium investigado, nasceu no Recife - PE, em 17 de Novembro de 1964, sentiu suas primeiras manifestações mediúnicas aos 9 anos de idade, quando escrevia textos cuja “autoria” o mesmo desconhecia. Possui diversas faculdades mediúnicas, como psicografia mecânica, psicofonia, vidência, clauriaudiência e xenoglossia, além da paranormalidade anímica de psicometria. Há mais de 30 anos estuda e dedica-se ao Espiritismo. Fundou, juntamente com sua esposa, o Centro Espírita CEIL, na cidade de Blumenau, Santa Catarina, Brasil.

Clóvis Souza Nunes
Escritor, conferencista internacional, pesquisador de fenómenos paranormais
(adaptado do original da pesquisa)

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MENSAGEM INVESTIGADA

Caros irmãos Ney Prieto Peres, Dra. Júlia e todos presentes.
Ney, aqui esta o nobre Homero Pinto Valada, que testemunhou, no ano de 1981, onde proferia a sua palestra e foi interrompido com a nossa chegada, e por ocasião do aniversário da Margit, onde calorosos aplausos tomaram conta de todos nós; e a menina Juliane ofertou flores.
Aqui, nosso mentor e coordenador de nossa equipe científica é o Dr. Hernani que, está impossível, pedindo para que muitos de nós falem (quer dizer, se pronunciem). Informa que aqui está o cientista e general: Alfredo Moacir de Mendonça Uchôa.
E muitos outros que se unem nesse intercâmbio de estudo.
Aqui agora se pronuncia o eminente Dr. Willian Meek para todos “I’m here beside the master Andrade and manys cientists, here’s an authentic “spiricom”.
George William Meek.
E também aqui presente Dr. Mario Amaral Machado – fala para os eminentes cientistas da TCI, Clóvis Nunes e Sónia Rinaldi. “Meus caros, Clóvis e Sónia, isto aqui é o epicentro do Poltergeist, e da comunicação, vamos avançar, e continuar firmes, frutos serão colhidos”. “Aproveito para abraçar a Glória Gelváh, Sónia, Sandra e a todos.”
Dr. Hernani fala para Suzuko tomar os remédios na hora certa e também avisa que o Dr. Stevenson vai voltar com o seu material para o Dr. Jim. Bem, creio que o treinamento já foi longe. Para todos deixamos um provérbio indiano:
“Quem é cego?
- Aquele que é incapaz de enxergar o mundo.
Quem é mudo?
- Aquele que é incapaz de dizer palavras amáveis no momento certo.
Quem é pobre?
- Aquele que é atormentado pela ambição desmedida.
Quem é rico?
- Aquele cujo coração está em paz.”
Paz para todos
Hemendra Nath Banerjee

(Psicografia recebida pelo médium Zé Araújo em Blumenau – SC – Brasil.)