comprovada nos laboratórios de psicologia, nas pesquisas científicas efectuadas um pouco por todo o lado
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Reencarnação: mito ou realidade? (V)
Um dos factos mais perturbadores para as pessoas mais renitentes em abrir as portas da mente a novas ideias, é o caso de médiuns em transe darem informações de pessoas já falecidas que dizem ir voltar a nascer (reencarnar) para recomeçar uma nova vida.
Se outrora a reencarnação (a acção de voltar a um corpo de carne) era uma crença, hoje em dia ela afigura-se uma realidade indesmentível, comprovada nos laboratórios de psicologia, nas pesquisas científicas efectuadas um pouco por todo o lado.
O caso de seres que informam antes de nascer, por intermédio de médiuns (pessoas com capacidade para percepcionar o mundo extra-físico, o mundo espiritual) que irão voltar com esta ou aquela característica, nesta ou naquela família, são factos que não encontram uma explicação mais lógica, racional e aceitável do que a teoria da reencarnação.
Dos muitos casos existentes no mundo iremos abordar um que foi pesquisado pelo Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas (IBPP), liderado pelo conhecido Engº Hernâni Guimarães Andrade (na fotografia com a esposa Drª Suzuko), uma referência mundial no campo da pesquisa paranormal. O caso Jacira / Ronaldo vem descrito no livro «Reencarnação no Brasil», editado pela editora Pensamento, tendo sido investigado em 1973 e abrange recordações de uma garota (Jacira) desde o seu 1º ano de idade e nascida a 31 de Outubro de 1956. Curiosamente os pais de Jacira eram católicos (não acreditavam na reencarnação).
Ronaldo Barroso (irmão de Marta Munhoz – mãe de Jacira) suicidara-se com 28 anos, por envenenamento com formicida dissolvido em Guaraná. Cinco anos depois, Marta, irmã de Ronaldo começa a pensar muito no irmão falecido e a ter pesadelos com ele. Recorre a um Centro Espírita, onde Ronaldo se manifesta dizendo que vai voltar e que seria no seu lar.
Seres espirituais afirmam, através de médiuns
que vão voltar à vida corporal, o que depois se confirma
«Tudo o que eu pegava para comer parecia estar contaminado pelo formicida.» dizia Marta quando estava grávida. Após o parto o gosto e o cheiro a formicida, irritação da boca e do tubo digestivo, sensação de ardor provocada pelos alimentos, vómitos fétidos, desmaios, desapareceram como que por encanto.
O guia espiritual, no Centro Espírita, informou Marta que estava grávida antes que ela soubesse disso, informando também que seria uma menina e que era Ronaldo que voltava.
Jacira nasce e em criança era “Maria rapaz”, vestia-se à rapaz e não queria adornos femininos, nunca namorara até aos 17 anos nem se preocupava com isso. Era estrábica duplamente, em pequena (defeito que se corrigiu espontaneamente); Ronaldo também sofrera de estrabismo duplo. Jacira era muito precoce. Com 11 meses diz à mãe: «Você era minha irmã. Como é que agora é minha mãe? E aquela minha outra mãe que mora em Lins? Como é que ela é minha avó agora se ela era minha mãe antes?». Dos 11 meses aos 4 anos de idade teve muitas recordações da vida anterior. Com a puberdade esqueceu tudo. Tinha aversão a líquidos vermelhos e dizia: «Põe isso para lá que eu não quero tomar este veneno». Quando D. Marta fazia groselha ela dizia: «Vocês podem morrer; eu não quero morrer». Se a obrigassem a tomar o refresco ela imediatamente vomitava-o.
Desde um ano de idade que tinha aversão à fotografia de Ronaldo, dizendo: «Tire isso para lá, leva isso para lá.» Quando via as lembranças da missa de 7º dia da morte de Ronaldo (uns papelinhos) rasgava-os dizendo: «P’ra quê!? Eu não morri! Para quê está isto aqui?»
Com ano e meio lembra-se de um episódio em que uma vaca fugira pondo as pessoas em perigo: «Mãe, a senhora lembra daquela vez que a vaca quis pegar-nos e o João correu, nos agarrou e nos jogou para dentro?»
Com 2,5 anos recordava-se do seu tio João (irmão mais velho de Ronaldo) ter caído num açude: «A senhora se lembra quando o tio João caiu dentro do açude, molhou-se todo e deu trabalho para tirá-lo?»
Entre os 3 e os 4 anos lembrou-se do seu suicídio e chorava muito: «Por quê eu fui fazer o que fiz? Eu contei à Juraci e disse que se ela falasse eu ficaria de mal com ela. Se eu tivesse conversado com o pai, não teria feito o que fiz!» Depois de D. Marta lhe perguntar o que ela tinha feito, ela respondeu: «Eu bebi daquela água vermelha!»
A Reencarnação afigura-se uma realidade indesmentível,
comprovada nos laboratórios de psicologia, nas pesquisas científicas efectuadas um pouco por todo o lado
comprovada nos laboratórios de psicologia, nas pesquisas científicas efectuadas um pouco por todo o lado
Jacira mostrava grande predilecção pelo nome Alice, que curiosamente fora o nome da noiva de Ronaldo. Entre os 3 e os 4 anos de idade Jacira chorou ao saber que a ex-noiva de Ronaldo se iria casar. Conta D. Marta: «Ela estava ouvindo a conversa. Minha mãe contou-me que a Alice ia casar-se...Ela, Jacira, estava tomando o leite e nem acabou. Deitou na cama e começou a chorar. Minha mãe perguntou por que ela estava chorando e eu disse que não sabia...Quando minha mãe foi embora perguntei porque ela estava chorando, respondendo Jacira:
- Mas ela não tinha que casar! Marta perguntou quem não tinha de casar e ela responde: A Alice; ela tinha que me esperar! Marta perguntou por que tinha de esperar por ela e ela respondeu: Ué! Nós não éramos noivos? Ela tinha que me esperar!»
Somos de opinião que há suficiente evidência de que Ronaldo renasceu como Jacira, conclui o Engº Hernâni G. Andrade.
Bibliografia:
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec
Hernâni Guimarães Andrade:
Você e a Reencarnação, 1ª ed., Bauru, São Paulo, CEAC- Editora, 2002, Brasil
Morte, uma Luz no Fim do Túnel, 1ª Ed.; São Paulo: FE, 1999, Brasil
Reencarnação no Brasil. 1ª Ed.; São Paulo: Casa Editora “O Clarim “, 1988, Brasil
Renasceu por Amor, 2ª Ed.; São Paulo: FE, 1995, Brasil
Morte, Renascimento, Evolução, 9ª Ed.; São Paulo: Editora Pensamento, 1993, Brasil
A Reencarnação com base em provas, «Notícias Magazine» nº 523, de 2 de Junho de 2002, Portugal
www.adeportugal.org – Curso Básico de Espiritismo, Ass. de Divulgadores de Espiritismo de Portugal
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Reencarnação: mito ou realidade? (IV)
«Gopal Gupta nasceu na Índia, em Deli, a 26 de Outubro de 1956. Os seus pais eram de casta média inferior e tinham pouca instrução. Nunca repararam em nada de particular em Gopal. Um dia, ainda não tinha Gopal dois anos, o pai pediu-lhe que retirasse da mesa o copo de um visitante de passagem. Gopal respondeu: “Não tocarei nesse copo, sou um sharma” (os sharmas são membros da casta superior na Índia, os brâmanes). Ficou furioso e partiu mesmo alguns copos. O pai pediu-lhe explicações. Gopal, a pouco e pouco, contou que habitou Mathura, uma cidade situada a cerca de 160 km de Deli, disse o nome da sua empresa de produtos farmacêuticos, Sukh Shancharak, que possuía uma grande casa e muitos criados, era casado, tinha dois irmãos e que um deles morrera durante uma discussão. Não pegara no copo porque um brâmane não toca em nenhum utensílio manipulado por um inferior.
Ninguém na sua família tinha vínculos com habitantes de Mathura. Assim, a mãe nunca o encorajou a falar sobre esse passado e para o pai era indiferente. Gopal falava aos seus amigos. Um lembrava-se de ter ouvido algo sobre um homicídio em Mathura, que podia corresponder àquele de que Gopal falara. Em 1964, por ocasião de uma festa religiosa, o pai foi a Mathura. Procurou a sociedade Sukh Shancharak e explicou ao gerente as razões das suas perguntas. O gerente ficou impressionado, pois confirmou que, em 1948, um dos dois proprietários da sociedade disparara contra o seu irmão, Shaktipal Sharma, que morrera a 27 de Maio de 1948 devido aos ferimentos. A família de Sharma foi posta ao corrente. Alguns deles foram a Deli para ver Gopal e conversar. Convidaram-no para ir a Mathura. Gopal foi. Durante a visita, reconheceu muitas pessoas e lugares onde Shaktipal viveu e trabalhou. Mostrou-se ao corrente dos negócios da sociedade. Lembrava-se de como tinha tirado dinheiro à esposa para dar ao seu irmão. Esperava, ao dar-lhe dinheiro, acalmá-lo, mas as cóleras do irmão tornaram-se cada vez mais frequentes. O homicídio foi comentado na primeira página dos jornais locais. O comportamento de Gopal era de filho de gente rica, recusava as tarefas da casa, mesmo comer no recipiente utilizado por alguém da sua família. Todas as ocasiões eram boas para fazer sentir que era superior.
A investigação deste caso começou em 1965, na Índia. Ian Stevenson retomou-a em 1969 e esteve em contacto com a família de Gopal até 1974. Depois de 1965, Gopal não mais desejou voltar a Mathura. Visitava duas irmãs de Shaktipal que habitavam em Deli. Os encontros entre as duas famílias cessaram. Gopal, a pouco e pouco, perdeu o seu feitio desdenhoso e adaptou-se à condição modesta dos pais.»
«Hoje em dia, uma pessoa racional pode acreditar na reencarnação,
com base em provas» (Ian Stevenson, Porto, Portugal, 2002)
Este caso relatado na «Notícias Magazine» nº 523, de 2 de Junho de 2002, em Portugal, numa entrevista do psiquiatra americano Ian Stevenson aos jornalistas Eugénio Pinto e Jorge Gomes, por ocasião da sua participação no Simpósio «Aquém e Além do Cérebro» que decorreu na cidade do Porto, numa organização da Fundação Bial, tendo também efectuado uma conferência na Ordem dos Médicos, é apenas um dos milhares de casos catalogados e investigados pelo mundo inteiro por vários cientistas que concluem que a reencarnação (isto é, a possibilidade do Espírito nascer de novo, num corpo novo) é uma realidade hoje em dia demonstrável e que será num futuro próximo mais uma lei a adicionar à Biologia e à Genética.
As crianças que se lembram de vidas anteriores, com relatos de pormenores incríveis, que não tinham como saber, geralmente ocorrem até aos seis ou sete anos de idade, desvanecendo-se posteriormente à medida em que a criança se vai embrenhando mais na vida material.
De acordo com as pesquisas de vários cientistas, nesta área, as crianças que se lembram de factos de vidas anteriores são pessoas que passaram pouco tempo no mundo espiritual, entre uma reencarnação e outra, de molde a que quando voltam à Terra ainda conservam de certo modo uma consciência viva da sua existência pretérita.
Os casos de crianças que se lembram de vidas anteriores é sem, dúvida, uma das provas mais relevantes e irrefutáveis da existência da reencarnação, como modelo de evolução do Espírito ao longo dos anos.
No próximo artigo iremos abordar as comunicações espirituais que informam que uma certa pessoa irá voltar a nascer (reencarnar).
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Reencarnação: mito ou realidade? (III)
Os meninos-prodígio
A palavra reencarnação (re + encarnar + acção) significa a acção do Espírito voltar a um novo corpo de carne, após a morte do corpo físico.
Considerada outrora como uma realidade por muitas religiões e filosofias, hoje, a reencarnação passou a ser motivo de pesquisa de inúmeros cientistas, que numa postura de abertura procuram explicações para algumas situações que sugerem que a reencarnação é uma realidade.
Um dos casos que sugerem a realidade da reencarnação, se calhar até o menos evidente, tendo em conta a sua abordagem quase apenas filosófica, em oposição aos demais casos que podem ser investigados com rigor, são as situações dos meninos-prodígio.
Os meninos-prodígio são crianças que, com pouca idade, têm conhecimentos fora do que é considerado normal, sendo considerados fenómenos inexplicáveis sob o ponto de vista do conhecimento científico actual. Podemos referir-nos a crianças que desde muito cedo revelam conhecimentos que somente no estado de adulto é normal adquirir, como falar seis, sete ou oito línguas com dois ou três anos de idade, crianças que fazem licenciaturas quando deviam andar a brincar e com outras tarefas mais infantis, de acordo com a sua idade física.
Os meninos-prodígio revelam faculdades fora do normal e sugerem ser pessoas que voltam à Terra, num novo corpo, com capacidades intelectuais muito mais desenvolvidas do que a maioria das pessoas na Terra. Esses seres sobredotados teriam uma capacidade especial de aceder à informação adquirida em vidas anteriores e que consta dos seus arquivos psíquicos.
Se assim não fosse, de onde viriam tais conhecimentos que não são explicados pela genética, pois que outros irmãos biológicos não são portadores da mesma característica? Partindo da suposição que apenas tivéssemos uma vida na Terra, que justiça seria a de Deus, o Criador do Universo, ao dar a excepcionalidade a uns ao ponto de serem fenómenos intelectuais, a imbecilidade ou idiotia a outros, e a “normalidade” aos demais? Haveria sem dúvida tratamento desigual perante os Seus filhos, por parte do Criador do Universo. Assim agindo, diz-nos a lógica, Deus seria menos que nós próprios aqui na Terra, pois que nós, seres humanos, procuramos dar as mesmas condições de êxito aos nossos filhos de molde a que um não seja preterido relativamente ao outro. Que não faria Deus por nós, sendo omnipotente, a justiça infinita? Pelo menos faria o mesmo que nós, seres imperfeitos, temporariamente no planeta Terra.
Os meninos-prodígio são seres que voltam à Terra para darem
um “empurrão” evolutivo à sociedade nas mais
variadas áreas do conhecimento
um “empurrão” evolutivo à sociedade nas mais
variadas áreas do conhecimento
Na perspectiva reencarnacionista, o Espírito vive tantas vidas físicas quantas forem necessárias, nos mais variados planetas, até atingir o estado de Espírito puro, ensejando assim para todos, igualdade de oportunidades, cabendo a cada um esforçar-se mais ou menos de acordo com o seu livre-arbítrio, no seu processo evolutivo.
Kirill Troussov, (na foto) com apenas cinco anos de idade, foi admitido na reputada escola de música para talentos precoces do Conservatório Rimski-Korsakov, situado em São Petersburgo. Aos sete anos de idade actuou com a Orquestra Nacional Russa em Moscovo.
Ganesh, inglês, de origem indiana, licenciou-se em Matemáticas, com distinção, com 13 anos de idade, pela Universidade de Surrey, perto de Londres, na Inglaterra (in jornal “Público”, 19 de Julho de 1992, Portugal).
Dizem os Espíritos, quando se comunicam com a humanidade no planeta Terra, através de pessoas portadoras de percepção extra-sensorial ou mediunidade) que os meninos-prodígio são seres que voltam à Terra para darem um “empurrão” evolutivo à sociedade nas mais variadas áreas do conhecimento, como a Física, Astronomia, música, religião, arte, entre outras.
No próximo artigo iremos abordar os casos de crianças que se lembram de vidas anteriores, com pouca idade, em casos pesquisados sob grande rigor científico e que não deixa margens para dúvidas, de acordo com esses pesquisadores, de que a reencarnação é uma realidade, esperando-se inclusive que possa vir a ser considerada dentro de anos, como mais uma lei biológica, na perspectiva do Eng.º Hernâni Guimarães Andrade, presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas, em Bauru, São Paulo, no Brasil, um dos mais conceituados pesquisadores nesta área, a nível mundial.
Bibliografia:
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec
Hernâni Guimarães Andrade:
Você e a Reencarnação, 1ª ed., Bauru, São Paulo, CEAC- Editora, 2002, Brasil
Você e a Reencarnação, 1ª ed., Bauru, São Paulo, CEAC- Editora, 2002, Brasil
Morte, uma Luz no Fim do Túnel, 1ª Ed.; São Paulo: FE, 1999, Brasil
Reencarnação no Brasil. 1ª Ed.; São Paulo: Casa Editora “O Clarim “, 1988, Brasil
Renasceu por Amor, 2ª Ed.; São Paulo: FE, 1995, Brasil
Morte, Renascimento, Evolução, 9ª Ed.; São Paulo: Editora Pensamento, 1993, Brasil
http://www.adeportugal.org/ – Curso Básico de Espiritismo, Ass. de Divulgadores de Espiritismo de Portugal
http://www.adeportugal.org/ – Curso Básico de Espiritismo, Ass. de Divulgadores de Espiritismo de Portugal
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Reencarnação: mito ou realidade? (II)
Depois de termos efectuado um rápido bosquejo histórico acerca da crença na reencarnação, nas mais diversas culturas e sociedades ao longo dos tempos, vamos hoje abordar os casos sugestivos de reencarnação (C. S. R.), de um modo geral, para nos adentrarmos mais particularmente nesses mesmos casos nos artigos seguintes.
Se outrora a reencarnação (a acção de um Espírito voltar a um novo corpo de carne) era uma questão de crença das mais diversas culturas, hoje ela adentra-se nos gabinetes de pesquisa científica e só mesmo o preconceito cultural poderá fazer com que se ignore as inúmeras evidências científicas em torno da reencarnação.
De um modo geral poderemos enumerar quatro tipos de casos sugestivos de reencarnação: 1- os meninos-prodígio; 2 – as crianças que se lembram de vidas anteriores; 3 – os casos de Espíritos que se comunicam informando que vão reencarnar, onde e com que características; 4 – as terapias regressivas a vivências passadas.
No que concerne aos meninos-prodígio como explicar as suas faculdades extraordinárias sem o recurso à tese da reencarnação? Com a teoria da reencarnação podemos encontrar nos meninos-prodígio seres mais evoluídos intelectualmente, que voltam com uma determinada missão de dar um “empurrão” à sociedade nas mais diversas áreas do conhecimento, seja na arte, na ciência, na religião, entre outras áreas da vida. O menino-prodígio é alguém que volta, com conhecimentos adquiridos em vidas anteriores e que por um processo que desconhecemos tem capacidade de aceder aos conhecimentos que transporta de vidas passadas, com muita facilidade.
De um modo geral poderemos enumerar quatro tipos de casos sugestivos de reencarnação: 1- os meninos-prodígio; 2 – as crianças que se lembram de vidas anteriores; 3 – os casos de Espíritos que se comunicam informando que vão reencarnar, onde e com que características; 4 – as terapias regressivas a vivências passadas.
No que concerne aos meninos-prodígio como explicar as suas faculdades extraordinárias sem o recurso à tese da reencarnação? Com a teoria da reencarnação podemos encontrar nos meninos-prodígio seres mais evoluídos intelectualmente, que voltam com uma determinada missão de dar um “empurrão” à sociedade nas mais diversas áreas do conhecimento, seja na arte, na ciência, na religião, entre outras áreas da vida. O menino-prodígio é alguém que volta, com conhecimentos adquiridos em vidas anteriores e que por um processo que desconhecemos tem capacidade de aceder aos conhecimentos que transporta de vidas passadas, com muita facilidade.
Existem quatro tipos de evidências da reencarnação:
meninos-prodígio, crianças que se lembram de vidas anteriores,
comunicações espirituais, regressão de memória
meninos-prodígio, crianças que se lembram de vidas anteriores,
comunicações espirituais, regressão de memória
No que concerne aos casos de crianças que se lembram de vidas anteriores, eles são aos milhares pelo mundo fora, de tal modo que têm sido largamente pesquisados por cientistas de renome mundial e mundialmente respeitados como o Dr. Ian Stevenson, médico psiquiatra nos EUA, o Eng.º Hernâni Guimarães Andrade no Brasil, o Dr. Hemendra Banerjee na Índia, entre muitos outros. São casos de tal modo evidentes que conseguem sobreviver a qualquer outro tipo de explicação que se tente arranjar. Ian Stevenson, afirmou este ano (2002) na Ordem dos Médicos, no Porto, Portugal, que «hoje em dia qualquer pessoa racional pode acreditar na reencarnação com base em provas», numa declaração impressionante pelo seu conteúdo e pela base científica que ela encerra.
Outro tipo de pesquisa igualmente desconcertante é aquela que envolve comunicações através de médiuns, informando o Espírito X que irá reencarnar na família Y, com esta ou aquela característica o que vem a confirmar-se à posteriori. Tais casos aconteceram ao tempo de Allan Kardec, em meados do século XIX e no século XX com o conhecido médium brasileiro Francisco Cândido Xavier, bem como outros pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas (IBPP), orientado pelo Eng.º Hernâni Guimarães Andrade.
Por último podemos abordar de leve as terapias regressivas a vivências passadas, onde pacientes em estado modificado de consciência têm fornecido dados incríveis, que não poderiam conhecer nesta vida e que depois de pesquisados são confirmados, inclusive dados referentes a outras épocas da humanidade e a outros países.
Os casos sugestivos de reencarnação
são cada vez mais levados a sério pelos homens de ciência
são cada vez mais levados a sério pelos homens de ciência
Tais pesquisas são de tal modo evidentes, fortes, que hoje, uma grande parte dos cientistas que lidam com a psique humana não podem deixar de se orientar pela corrente da psicologia chamada de transpessoal, isto é, a ideia de que somos mais do que simples corpos de carne, de que somos Espíritos imortais temporariamente em corpos de carne.
Allan Kardec, (pseudónimo do conhecido e conceituado sábio parisiense, professor Rivail) após anos a fio de pesquisas dos factos espíritas compilou a doutrina espírita, ou melhor codificou-a, depois desta ter sido ditada pelos Espíritos através de inúmeros médiuns e deixou sempre uma orientação segura para os espíritas: «a verdadeira fé é aquela que enfrenta a razão face a face em todas as épocas da humanidade», deixando o ensinamento de que se algum dia a chamada ciência oficial provar que um único postulado espírita está errado então devemos abandoná-lo e seguir o postulado então descoberto pela ciência oficial.
Curiosamente, nos mais variados vectores do mundo científico, as novas descobertas têm vindo atestar a veracidade dos ensinamentos dados pelos seres espirituais e compilados por Allan Kardec na monumental obra que ele deixou à humanidade: «O Livro dos Espíritos», «O Livro dos Médiuns», «O Evangelho Segundo o Espiritismo», «O Céu e o Inferno» e «A Génese».
Bibliografia recomendada: www.adeportugal.org
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Reencarnação: mito ou realidade? (I)
Tendo em conta a actualidade deste tema «A Reencarnação» iremos debruçar-nos sobre ele ao longo dos próximos artigos.
A palavra reencarnação significa (re + encarnar + acção) a acção de voltar a um novo corpo de carne, após a morte do corpo físico. Sendo hoje em dia crença de cerca de 2 / 3 da população mundial, de acordo com as estatísticas, e encarada em moldes diferentes, tem sido alvo de inúmeras pesquisas por parte de muitos cientistas a nível mundial, independentemente das suas convicções filosóficas e / ou religiosas.
Já os primeiros cristãos tinham a noção da reencarnação, isto é, a ideia de que as almas dos que já tinham vivido antes voltariam com novos corpos, chamando a essa crença “ressurreição”, já que o termo “reencarnação“ apareceria mais tarde. As passagens do Novo Testamento que evidenciam a reencarnação são tantas que seria fastidioso enumerá-las.
"A doutrina das vidas sucessivas, ou reencarnação, é também chamada palingenesia, de duas palavras gregas - palin, de novo, genesis, nascimento. Já a teoria da metempsicose, de que as almas poderão voltar em corpos de animais, como castigo divino, não faz qualquer sentido, pois seria um retrocesso evolutivo que contrariaria as leis da natureza. O que há de mais notável é que, desde os albores da civilização, ela, a ideia da reencarnação, foi formulada, na Índia, com uma precisão que o estado intelectual dessa época longínqua não fazia pressagiar.
Inúmeras pesquisas científicas actuais vêm confirmando
as teses em defesa da existência da reencarnação
as teses em defesa da existência da reencarnação
"Com efeito, desde a mais alta Antiguidade, os povos da Ásia e da Grécia acreditaram na imortalidade da alma, e mais ainda, muitos procuravam saber se essa alma fora criada no momento do nascimento ou se existia antes. "Na Grécia vai-se encontrar a doutrina das vidas sucessivas nos poemas órficos; era a crença de Pitágoras, de Sócrates, de Platão, de Apolónio e de Empédocles. Platão adopta a ideia pitagórica da palingenesia. Ele fundou-a em duas razões principais, expostas no "Fedon". A primeira é que, na natureza, a morte sucede à vida, e, sendo assim, é lógico admitir que a vida sucede à morte, porque nada pode nascer do nada, e se os seres que vemos morrer não devessem mais voltar à Terra tudo acabaria por se absorver na morte. Em segundo lugar, o grande filósofo baseia-se na reminiscência, porque, segundo ele, aprender é recordar. "Descartes, Leibnitz e Kant tiveram uma certa intuição destes factos (caracteres dissemelhantes dos gémeos e terem os meninos-prodígio talentos que os pais não possuíam); Descartes, sobretudo, na sua teoria das ideias inatas... "Todas estas religiões se basearam na crença nas vidas sucessivas: o bramanismo, o budismo, o druidismo, o islamismo. O cristianismo primitivo não abriu excepção à regra. Traços desta doutrina se nos deparam no Evangelho. Os padres gregos Orígenes, Clemente de Alexandria e a maior parte dos cristãos dos primeiros séculos admitiam-na...". Segundo Leslie D. Weatherhead, da Igreja Anglicana de Londres (The Case for Reencarnation, de Leslie D. Weatherhead, Londres, 1958), o conceito das vidas sucessivas foi rejeitado pela Igreja Católica no Concílio de Constantinopla, em 553, por votação, na qual a reencarnação perdeu por 3 a 2. O que realmente aconteceu foi que um sínodo local condenou os ensinamentos de Orígenes acerca da preexistência da alma, em 553, na cidade de Constantinopla, crê-se que até por imposição política do imperador Justiniano, a cuja esposa desagradava a ideia de poder reencarnar como escrava, se maltratasse os escravos, como então se ensinava.
Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a lei.
A pluralidade das existências, cujo princípio Jesus estabeleceu no Evangelho, sem todavia definir, como a muitos outros, é uma das mais importantes leis reveladas pelo espiritismo, pois demonstra-lhe a realidade e a necessidade do progresso. Com esta lei, o homem explica todas as aparentes anomalias da vida humana; as diferenças de posição social; as mortes prematuras que, sem a reencarnação, tornariam inúteis à alma as existências breves; a desigualdade de aptidões intelectuais e morais, pela ancianidade do espírito que, mais ou menos, aprendeu e progrediu, e traz, nascendo, o que adquiriu nas suas existências anteriores... "Com a reencarnação desaparecem os preconceitos de raça e de casta, pois o mesmo espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. De todos os argumentos invocados contra a injustiça da servidão e da escravidão, contra a sujeição da mulher à lei do mais forte, nenhum há que prime, em lógica, ao facto material da reencarnação. Se, pois, a reencarnação funda numa lei da natureza o princípio da fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da liberdade... O pensamento reencarnacionista pode descrever-se desta forma, à luz do espiritismo: Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre, tal é a lei. Para a próxima semana iremos abordar as várias evidências científicas da reencarnação.
Bibliografia: Caderno 6 do Curso Básico de Espiritismo da ADEP www.adeportugal.org
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Espiritismo: evidências científicas (conclusão)
A prática do Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje concluir esta série de sete artigos sobre as experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
Após esta série de seis artigos já publicados sobre este assunto vamos hoje concluir esta recolha de pesquisas nesta área.
Estudos efectuados pelo Dr. John Zimmerman, na Faculdade de Medicina da universidade do Colorado, USA, utilizaram SQUIDs (Dispositivos Supercondutores de Interferência Quântica) ultra-sensíveis para medir o magnetismo, detectando aumentos fracos, porém significativos nas emanações magnéticas das mãos do curandeiro durante o processo de cura. Ele reuniu evidências adicionais para sugerir que a energia curativa é realmente de natureza magnética. «...o Dr. Zimmerman demonstrou a existência de significativas elevações na intensidade dos campos magnéticos emitidos pelas mãos dos curadores.» (Gerber, R.- Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro, 12ª ed.; São Paulo: Cultrix, Cap. IV, 1997)
«Isto sugere que as energias vitais subtis dos curandeiros parecem ter principalmente propriedades magnéticas!... As energias dos curandeiros diferem dos campos magnéticos pelo facto de seus efeitos serem qualitativa e quantitativamente diferentes. Embora sejam extremamente fracos, os campos magnéticos associados aos curandeiros produzem poderosos efeitos químicos e biológicos.»(Gerber, cap. IV, 1997).
CONCLUSÃO
Perante estes estudos, quer parecer-nos que fica bem evidenciado aquilo que nós espíritas há muito vimos defendendo, isto é, que em determinadas condições é possível influenciar positivamente os campos energéticos das pessoas, bem como da água, através da fluidoterapia (o chamado “passe espírita” bem como a “água fluidificada“, práticas estas muito comuns nas associações espíritas).
Fica também evidenciado que não é necessário o passe com movimentos das mãos à volta da pessoa, bastando a atitude mental, conforme os ensinamentos de Allan Kardec, reforçados pelo prof. José Herculano Pires.
Nesse sentido, seria muito útil se houvesse mais pesquisa nesta área, bem como noutras, dentro do movimento espírita mundial, quer comprovando estas assertivas, quer descobrindo outras situações passíveis de pesquisa, procurando incorporar nas suas pesquisas pessoas habilitadas para tal, demonstrando, assim, a postura (também) científica do Espiritismo e a racionalidade dos seus conceitos, recordando o inesquecível Allan Kardec, quando afirmou que no dia em que a ciência oficial demonstrar que um único ponto do Espiritismo está errado, então os espíritas abandonarão esse ponto e seguirão a ciência oficial.
Bibliografia:
“Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado por José Lucas, Caldas da Rainha – Portugal) no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998.
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O Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
Espiritismo: evidências científicas (VI)
O Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
Hoje vamos abordar especialmente as experiências do Dr. Ricardo di Bernardi, no Brasil.
O Dr. RICARDO DI BERNARDI, é médico pediatra, homeopata, residente em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, e participou na fundação do Instituto de Cultura Espírita de Florianópolis. É autor dos livros «Gestação - Sublime Intercâmbio» e «Reencarnação e Evolução das Espécies», «Dos Faraós à Física Quântica» e «Reencarnação em Xeque».
No Instituto de Cultura Espírita de Florianópolis, filiado na Federação Espírita Catarinense, Brasil, a equipe do Dr. Ricardo Di Bernardi efectuou uma experiência interessante. Utilizando uma máquina fotográfica Kirlian (aparelho que em vez de fotografar, por exemplo, o dedo da pessoa, fotografa o campo energético em volta do referido dedo) tiraram uma fotografia Kirlian ao passista (pessoa que doa o seu magnetismo às pessoas necessitadas, magnetismo esse que é potencializado pelos benfeitores espirituais), tiraram uma fotografia Kirlian ao doente antes de receber o passe espírita e outra ao mesmo doente, após ter recebido o passe.
O curioso é que a fotografia Kirlian do passista (magnetizador) tem uma forte luminosidade em volta, a fotografia do doente deprimido não tem luminosidade nenhuma e a fotografia do doente após receber o passe espírita apresenta já luminosidade em sua volta.
Parece evidente a transmissão de energia do passista para o paciente.
Esta experiência foi levada a cabo pelo cientista prof. Walter Lange, espírita, 72 anos de idade, que construiu artesanalmente a máquina Kirlian com que obteve as fotografias. Serviu de médium passista D. Nilza Pereira, 50 anos de idade, trabalhadora da Federação Espírita Catarinense e estudiosa da doutrina, autodidacta. O paciente foi a jovem Eliane X. estudante, 17 anos de idade. A experiência teve lugar no dia 26 de Maio de 1987.
No livro «Fotos Kirlian – como interpretar», de Newton Milhomens, podemos encontrar fotos interessantes, evidenciando a passagem de energia de uma pessoa para outra, pelo poder da vontade. (Milhomens, 1988).
As experiências do Dr. Miller com os curadores Olga e Ambrose Worrall
mostraram que as energias curativas podiam afectar sistemas
vivos e não vivos a uma distância de mais de 900 Km
mostraram que as energias curativas podiam afectar sistemas
vivos e não vivos a uma distância de mais de 900 Km
Uma outra experiência, realizada em Sonoma, Califórnia, EUA, em Outubro de 1974, foi levada a cabo pelo experimentador J. L. Hickman, com o Reverendo Scudder e observadores J. Mayo, H. S. Dakin, W. Westerbeke, L. Sannella e outros. (Dakin, H. S., High Voltage Photography, pp.31-32, in Internet, http://www.ourworld.compuserve.com). Nessa experiência, também com uma máquina Kirlian, tiraram uma fotografia ao dedo do Reverendo Scudder numa situação normal e tiraram uma outra fotografia num momento em que ele se encontrava fortemente concentrado, enviando auxílio, mentalmente , para alguém necessitado. O curioso é que na primeira foto apenas aparece a tal envolvência energética, e na Segunda fotografia, quando ele se encontrava concentrado a enviar energia para alguém, aparece um foco energético a sair do seu dedo, parecendo evidenciar que o poder da mente faz com que possamos enviar energia de uns para os outros.
«As experiências do Dr. Miller com os curadores Olga e Ambrose Worrall mostraram que as energias curativas podiam afectar sistemas vivos e não vivos a uma distância de mais de 900 Km» (Gerber, R.- Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro, 12ª ed.; São Paulo: Cultrix, Cap. VIII, 1997), evidenciando assim a veracidade de alguns dos trabalhos que os espíritas fazem nas suas associações, a vibração mental à distância, em prol de pessoas necessitadas que não podem deslocar-se às associações espíritas.
No próximo artigo encerraremos este trabalho, nesta área, apresentando as conclusões que tiramos das experiências destes cientistas que temos vindo a apresentar ao longo destes seis números, experiências estas que comprovam a eficácia da terapia através do passe e magnetização da água, efectuadas nas associações espíritas.
Bibliografia:
“Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado por José Lucas, Caldas da Rainha – Portugal, no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998.
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Espiritismo: evidências científicas (V)
O Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
Vamos hoje abordar experiências levadas a cabo pelo Dr. Korotkov, cientista russo, que não é espírita, bem como pelo Dr. Robert Miller, nos EUA.
O Dr. KONSTANTIN KOROTKOV (fotografia), Ph. D., Prof. da Saint-Petersburg Federal Technical University “SPIFMO”, Rússia, vice-presidente da International Unit for Medical and Applied Bio-Electrography, presidente da Kirlionics Technologies International, “Associate Editor” do jornal “Consciousness and Physical Reality”, efectuou uma experiência interessante, no sentido de provar que é possível transmitir energias benéficas à água, com vista ao auxílio aos enfermos: utilizou equipamento por ele idealizado, a “Crown TV”, bem como o GDV. Água da torneira foi guardada em 2 garrafas de 200 ml. Uma das garrafas foi magnetizada pelo famoso curador russo, Allan Chumak durante 5 minutos. De imediato fizeram 10 imagens GDV de 20 ml de água, quer da magnetizada, quer da de controlo. As fotografias foram digitalizadas, metidas num computador e a área das imagens GDV foi tratada pelo computador. A diferença da área envolvente entre a água de controlo e a magnetizada é de mais de 300% e houve alterações significativas nas propriedades da água.
Já que no que refere às experiências do Dr. Robert Miller, podemos encontrar conclusões muito interessantes no livro “As Curas Paranormais - como se processam”, do Eng.º George Meek - 10ª ed.; São Paulo: Pensamento, 1995.
Já que no que refere às experiências do Dr. Robert Miller, podemos encontrar conclusões muito interessantes no livro “As Curas Paranormais - como se processam”, do Eng.º George Meek - 10ª ed.; São Paulo: Pensamento, 1995.
«O trabalho pioneiro do Dr. Robert Miller a fim de provar a realidade das energias curativas que podem ser transferidas do passista para o paciente, pode ser assim resumido:
A água magnetizada por um curador sofre uma alteração molecular,
evidenciando assim a eficácia da fluidoterapia efectuada nas associações espíritas.
evidenciando assim a eficácia da fluidoterapia efectuada nas associações espíritas.
1- Uma energia associada com a cura existe e pode ser medida com instrumentos adequados.
2- A água que foi tratada por um curador ou um imã muda a cor da solução do cristal, proporcionando assim a indicação visual da presença de uma energia curativa.
3- A água tratada por um curador ou um imã muda a tensão superficial, a liga de hidrogénio e as propriedades de electricidade da água.
4- Um curador é mais eficiente quando num estado consciente de absoluto relaxamento, ou seja, no estado de emissão de ondas alfa.» (Meek, cap. 13, 1995).
«As experiências do Dr. Miller com os curadores Olga e Ambrose Worrall mostraram que as energias curativas podiam afectar sistemas vivos e não vivos a uma distância de mais de 900 Km» (Gerber, R.- Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro, 12ª ed.; São Paulo: Cultrix, Cap. VIII, 1997) evidenciando assim a eficácia do passe espírita efectuado à distância, isto é, a vibração mental pelos doentes que se encontram em locais distantes do local onde estão os magnetizadores concentrados, vibrando por esse doente.
2- A água que foi tratada por um curador ou um imã muda a cor da solução do cristal, proporcionando assim a indicação visual da presença de uma energia curativa.
3- A água tratada por um curador ou um imã muda a tensão superficial, a liga de hidrogénio e as propriedades de electricidade da água.
4- Um curador é mais eficiente quando num estado consciente de absoluto relaxamento, ou seja, no estado de emissão de ondas alfa.» (Meek, cap. 13, 1995).
«As experiências do Dr. Miller com os curadores Olga e Ambrose Worrall mostraram que as energias curativas podiam afectar sistemas vivos e não vivos a uma distância de mais de 900 Km» (Gerber, R.- Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro, 12ª ed.; São Paulo: Cultrix, Cap. VIII, 1997) evidenciando assim a eficácia do passe espírita efectuado à distância, isto é, a vibração mental pelos doentes que se encontram em locais distantes do local onde estão os magnetizadores concentrados, vibrando por esse doente.
«Parece que a água tem capacidade de ser “carregada” com diversos tipos de energias subtis, e de seguida, “armazená-las” nas suas moléculas. As energias subtis, sejam elas de natureza benéfica ou prejudicial, podem ser armazenadas, conforme demonstraram os estudos do Dr. Bernard Grad, utilizando indivíduos com poder de curar e pacientes vítimas de depressão. A água tratada foi capaz de introduzir alterações mensuráveis na fisiologia e no crescimento das plantas.» (Gerber, cap. II, 1997).
No próximo artigo continuaremos com outras experiências muito interessantes, nesta área, que comprovam a eficácia da terapia através do passe e magnetização da água, efectuadas nas associações espíritas.
No próximo artigo continuaremos com outras experiências muito interessantes, nesta área, que comprovam a eficácia da terapia através do passe e magnetização da água, efectuadas nas associações espíritas.
Bibliografia:
“Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado por José Lucas, Caldas da Rainha – Portugal, no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998.
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O Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
Espiritismo: evidências científicas ( IV )
A Drª THELMA MOSS, Ph. D., Psicóloga, directora de pesquisa no Center for the Health Sciences, The Neuropsychiatric Institute, na Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), fez inúmeras experiências, muitas delas relatadas no seu livro «O Corpo Eléctrico». Dentre elas, é interessante referir as experiências efectuadas com a curadora Olga Worral.
A Drª Thelma Moss fez uma fotografia Kirlian (fotografia que capta o campo energético que envolve o corpo humano), da mão da Srª Olga Worral, em estado normal e fez uma outra da mesma mão da Srª Worral, mas em estado de transe, enviando energias para uma pessoa necessitada. Nessa fotografia aparece nitidamente algo a sair da ponta dos dedos de Olga Worral, podendo evidenciar a emissão de energia das suas mãos. Thelma Moss fez ainda experiências com Uri Geller (mundialmente conhecido por conseguir pôr a trabalhar relógios avariados, mesmo que à distãncia) demonstrando igualmente a saída de uma energia dos seus dedos, quando em concentração. (Moss, T. - O Corpo Eléctrico, cap.10, 13, Tradução Sónia Regis, 9ª ed.; São Paulo: Cultrix, 1993).
Vejamos ainda um outro caso curioso.
A Drª Thelma Moss fez uma fotografia Kirlian (fotografia que capta o campo energético que envolve o corpo humano), da mão da Srª Olga Worral, em estado normal e fez uma outra da mesma mão da Srª Worral, mas em estado de transe, enviando energias para uma pessoa necessitada. Nessa fotografia aparece nitidamente algo a sair da ponta dos dedos de Olga Worral, podendo evidenciar a emissão de energia das suas mãos. Thelma Moss fez ainda experiências com Uri Geller (mundialmente conhecido por conseguir pôr a trabalhar relógios avariados, mesmo que à distãncia) demonstrando igualmente a saída de uma energia dos seus dedos, quando em concentração. (Moss, T. - O Corpo Eléctrico, cap.10, 13, Tradução Sónia Regis, 9ª ed.; São Paulo: Cultrix, 1993).
Vejamos ainda um outro caso curioso.
O Dr. Hans Engel, Doutor em Medicina, médico paranormal, era um renomado médico do corpo clínico da Escola de Medicina da UCLA e director dum famoso hospital e da Academia de Clínica Familiar de Los Angeles. Um homem com referências impecáveis.
Apercebeu-se um dia, ao colocar a mão na testa da mulher (que tinha fortes dores de cabeça), de intenso frio na mão, perguntando à esposa se era ali que doía. Quando o frio desapareceu, a esposa informou que a dor desaparecera. Depois de muitos anos em que se apercebia do mesmo, efectuou experiências científicas com a Dr.ª Thelma Moss, tratando de uma grande variedade de pacientes que lhe eram enviados por médicos, geralmente como último recurso, após remédios, cirurgia, e mesmo a acupunctura e a hipnose terem falhado. Os seus maiores êxitos eram com doentes portadores de dores intoleráveis e persistentes. Do total, 15% não reagiram de forma nenhuma; outros 15% tiveram completa remissão e recuperação; 70% variaram entre melhoras leves ou acentuadas.
O Dr. Brame concluiu que a água destilada, submetida à influência
do magnetizador humano, apresenta mudanças moleculares. A duração dessas
mudanças moleculares observadas após a influência do médium curador é surpreendentemente longa: cerca de 120 dias, ou seja, 4 meses!
mudanças moleculares observadas após a influência do médium curador é surpreendentemente longa: cerca de 120 dias, ou seja, 4 meses!
Quando impunha as mãos sentia um enorme frio nas mesmas e os pacientes sentiam um calor por vezes incómodo. No entanto, eram frio e calor que não eram mensuráveis pelos equipamentos.
Estas características e êxitos tornaram-no notícia, o que lhe valeu ter sido chamado a depor perante comissões, na universidade, obrigado a pedir a demissão da UCLA, continuando com as suas pesquisas e a exercer na sua clínica. (Moss, cap. 10, 1993).
Um outro investigador conta-nos ainda factos muito interessantes.
Um outro investigador conta-nos ainda factos muito interessantes.
O Engº HERNANI GUIMARÃES ANDRADE, presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas (IBPP), cientista, escritor, conferencista, 8 monografias e 12 livros publicados, relata casos muito interessantes no artigo «Água Fluída» publicado no jornal «Folha Espírita» n.º 233, de Agosto de 1993, em São Paulo, Brasil:
Diz ele que o «O Dr. Edward G. Brame, doutor em espectroscopia, da «Dupont Corporation», em Wilmington, Delaware, E. U. A., fez extensas pesquisas espectroscópicas com amostras de água destilada submetida a «médiuns curadores», durante dois anos. Com a máxima cautela científica, o Dr. Brame concluiu que a água destilada, submetida à influência do magnetizador humano, apresenta mudanças moleculares. A duração dessas mudanças moleculares observadas após a influência do médium curador é surpreendentemente longa: cerca de 120 dias, ou seja, 4 meses!».
Diz-nos ainda que «O Dr. Brame... colocou frascos com água pura, no meio de um grupo de pessoas que se dispuseram a fazer uma concentração, visando magnetizar a água neles contida. Não foi feita imposição das mãos; nem os frascos e nem a água foram tocados pelas mãos das pessoas componentes do grupo. Houve apenas a concentração, nada mais. Os resultados mostraram-se os mesmos: houve alterações moleculares na água assim tratada.» (Andrade, Folha Espírita, Agosto, 1993).
Estas últimas considerações levam-nos a entender a importância do passe espírita e da água magnetizada, no auxílio aos enfermos da mente e do corpo, bem como da inoquidade dos movimentos que alguns passistas fazem em volta do corpo do doente, bastando pois e apenas o direccionamento mental das energias, tal como nos ensina o Espiritismo e referiu também o filósofo e escritor José Herculano Pires.
No próximo artigo continuaremos com outras experiências muito interessantes, nesta área, que comprovam a eficácia da terapia através do passe e magnetização da água, efectuadas nas associações espíritas.
Bibliografia:
“Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado por José Lucas, Caldas da Rainha – Portugal, no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998.
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O Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
Espiritismo: evidências científicas ( III )
O Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
A Drª Dolores Krieger, doutora em Filosofia, prof. de Enfermagem na Universidade de Nova York «...teve oportunidade de observar o desempenho do Coronel Stabany (um conhecido curador Húngaro, reformado do exército, com fama de ter capacidades magnéticas curativas) durante várias semanas de cada verão, numa clínica (provisória) de cura. Ela ficou impressionada com a quantidade de pessoas, cuja saúde melhorava, inclusive casos dados como perdidos pela medicina.» (As Curas Paranormais - como se processam, cap. 13, 10ª ed.; São Paulo: Pensamento, 1995).
Assim sendo, ela decidiu investigar. Utilizou um grupo de vários doentes, e solicitou o apoio do Coronel Stabany e da Dr.ª Otelia Bengssten, MD (médica), bem como da Sr.a Dora Kunz (vidente). Um grupo recebeu tratamento directo, por imposição das mãos. A Dr.ª Krieger mediu os níveis de hemoglobina, antes e depois do passe magnético (imposição das mãos) efectuado pelo Coronel Stabany, e «Constatou a ocorrência de aumentos significativos nos níveis de hemoglobina dos pacientes do grupo que recebeu o passe» (Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro, cap. VIII, 12ª ed.; São Paulo: Cultrix).
«A tendência para a energia curativa elevar os níveis de hemoglobina era tão forte, que pacientes cancerosos submetidos à cura, por imposição das mãos, apresentaram ocasionalmente elevações nos níveis de hemoglobina, apesar de estarem a ser tratados com quimioterapia.» (Gerber, cap. VIII, 1997). «Foi demonstrado que as elevações nos níveis sanguíneos de hemoglobina indicavam, com segurança, a ocorrência de verdadeiras alterações bioenergéticas e fisiológicas, produzidas pela aplicação das energias curativas.» (Gerber, cap. VIII, 1997).
Mas não foi somente esta cientista que pôde comprovar a acção eficaz da fluidoterapia através do passe magnético (imposição das mãos). Uma outra cientista decidiu investigar outras áreas.
O passe espírita, com imposição das mãos,
bem como a água magnetizada pelos curadores,
influem positivamente na saúde física e psíquica das pessoas.
bem como a água magnetizada pelos curadores,
influem positivamente na saúde física e psíquica das pessoas.
A Dr.ª Justa Smith, freira franciscana, bioquímica e enzimologista, recebeu o título de doutora em pesquisa original sobre os efeitos dos campos magnéticos na actividade da enzima. Em 1967 era presidente do Departamento de Ciências Naturais, num colégio particular em Rosary Hill, Buffalo, USA.
Ela pensou da seguinte maneira: «As enzimas são os catalisadores do sistema metabólico. Qualquer cura, ou doença, primeiramente, deve activar o sistema enzimático. E raciocinou que se os campos magnéticos podiam aumentar a actividade da enzima tripsina digestiva - o que ocorria na sua pesquisa - e se a luz ultravioleta podia diminuir a actividade - o que ocorria na sua pesquisa - então qual o efeito sobre a mesma enzima que poderia ocorrer na imposição de mãos - se é que havia? E decidiu descobrir. A Dr.ª Smith propôs, inicialmente, comparar os efeitos da imposição de mãos do Coronel Stabany sobre a enzima tripsina, com os efeitos do campo magnético sobre a mesma enzima, bem como sobre os controles. Para fazer isso, preparou soluções de tripsina, as quais foram depois divididas em quatro frascos de vidro... um deles foi tratado pelo Coronel Stabany, que simplesmente colocou as suas mãos ao redor do frasco tapado, durante um espaço máximo de 75 minutos. O segundo ficou exposto à luz ultravioleta no comprimento de onda mais prejudicial para a proteína (o Dr. Bernard Grad sugerira que a enzima se tornasse “doente”, a fim de demonstrar a evidência da cura). Um terceiro frasco foi exposto a um campo magnético elevado (8.000 a 13.000 gauss), com acréscimos horários de até 3 horas. O quarto, não tratado, era o controle. Os resultados de um mês de estudo demonstraram que a energia ou força proveniente das mãos do Coronel Stabany activavam as enzimas, quantitativa e qualitativamente, comparáveis à actividade originada por um campo magnético de 8.000 a 13.000gauss. Isso representa uma actividade muito significativa, considerando que vivemos num campo magnético médio com cerca de 0,5gauss. Os efeitos nas enzimas danificadas (expostas á luz ultravioleta) foram essencialmente os mesmos. Os resultados... indicam que algum tipo de energia foi canalizada pelas mãos do Coronel Stabany, sendo suficiente para activar as enzimas em um grau significativo» (Meek, cap. 13, 1995).
No próximo artigo continuaremos com outras experiências muito interessantes, nesta área, que comprovam a eficácia da terapia através do passe e magnetização da água, efectuadas nas associações espíritas.
Bibliografia:
“Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado por José Lucas, Caldas da Rainha – Portugal, no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998
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Espiritismo: evidências científicas ( II )
A prática do Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água magnetizada por essas mesmas energias.
O Dr. Bernard Grad, bioquímico e pesquisador de geriatria no «McGill University’s Allen Memorial Institute», no Canadá, fez experiências muito interessantes na Universidade de McGill, Montreal, Canadá na década de 1960. O trabalho do Dr. Grad a respeito da cura pelo toque das mãos foi reconhecido e Grad recebeu um prémio da Fundação CIBA, uma fundação científica fundada por um grande laboratório farmacêutico. Ele efectuou experiências com sementes de cevada, com ratos e análise da estrutura molecular da água.
1 - Nas suas experiências com sementes de cevada, Grad fez o seguinte:
• Substituiu humanos por plantas e animais, para evitar o efeito placebo.
• Colocou sementes de cevada de molho em água salgada (retarda o crescimento), com objectivo de criar plantas doentes.
• Pediu a um curador psíquico (um passista) que fizesse imposição das mãos sobre a água salgada (água tratada), num recipiente, que seria usada para a germinação das sementes.
• As sementes foram colocadas em água salgada (tratada pelo passista e não tratada).
• Foram colocadas de seguida numa estufa, onde o processo de germinação e crescimento foi acompanhado.
• Bernard Grad verificou que as sementes submetidas à água tratada pelo passista germinavam com maior frequência do que as outras.
• Depois de germinadas, as sementes foram colocadas em potes e mantidas em condições semelhantes de crescimento.
• Após várias semanas, e de acordo com uma análise estatística, as plantas regadas com a água tratada eram mais altas e tinham um maior conteúdo de clorofila. (Medicina Vibracional,Ed. Cultrix, Richard Gerber, 1997).
Bernard Grad efectuou outra experiência muito interessante:
Bernard Grad efectuou outra experiência muito interessante:
• Grad lembrou-se de dar a água para pacientes psiquiátricos segurarem. Essa mesma água foi depois usada para tratar as sementes de cevada. A água energizada pelos pacientes que estavam seriamente deprimidos, produziu um efeito inverso ao da água tratada pelo passista: ela diminuiu a taxa de crescimento das plantinhas novas (Jeanne P. Rindge in As Curas Paranormais, George W. Meek, Ed. Pensamento, 10ª edição, 1995, Cap. 13, pp. 158-159).
O passe espírita é uma transfusão de energias psíquicas e espirituais
que alteram o campo celular, contribuindo assim para a
saúde física e psíquica da pessoa necessitada
saúde física e psíquica da pessoa necessitada
2 - Ainda numa outra experiência:
• «...Grad analisou a água quimicamente para verificar se a energização (através do passe pela imposição das mãos) havia provocado alguma alteração física mensurável. Análises por espectroscopia de infravermelho revelaram a ocorrência de significativas alterações na água tratada pelo passista... o ângulo de ligação atómica da água havia sido ligeiramente alterado... bem como diminuição na intensidade das ligações por pontes de hidrogénio entre as moléculas de água... e significativa diminuição na tensão superficial.» (Gerber, 1997).
3 - Bernard Grad efectuou ainda experiências com ratos. Numa delas,
3 - Bernard Grad efectuou ainda experiências com ratos. Numa delas,
• Grad produziu a doença do bócio em ratos e separou-os em dois grupos.
• Contactou um famoso curador, o Coronel do Exército Húngaro, aposentado, Oskar Stabany, que pegava nos ratos durante 15 minutos de cada vez, durante 40 dias.
• Embora todos os animais apresentassem um aumento da tiróide, «os ratos pertencentes ao grupo tratado pelo curador apresentavam uma proporção significativamente mais baixa de casos de bócio.» (Gerber, 1977).
Numa outra experiência, Grad pegou em:
Numa outra experiência, Grad pegou em:
• 48 ratos que foram submetidos a uma pequena cirurgia e separados em 3 grupos.
• um dos grupos foi tratado pelo curador (passista).
• «Nos ratos pertencentes ao grupo tratado pelo curador, o processo de cicatrização das feridas era significativamente mais rápido.» (Gerber, 1997).
• Estes estudos foram comprovados pelos Drs. Remi J. Cadoret e G. I. Paul, na Universidade de Manitoba, em condições de rigoroso critério, que concluíram: «os ratos tratados por pessoas dotadas de poderes curativos apresentaram uma velocidade de cicatrização significativamente maior.» (Gerber, 1997).
No próximo artigo continuaremos com outras experiências muito interessantes, nesta área, que comprovam a eficácia da terapia através do passe e magnetização da água, efectuadas nas associações espíritas.
Bibliografia:
“Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado por José Lucas, Caldas da Rainha – Portugal, no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998.
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Espiritismo: evidências científicas ( I )
Muito se fala de Espiritismo, mas muito pouco se conhece desta doutrina. Iremos hoje iniciar um conjunto de artigos que abordarão experiências científicas que comprovam algumas das teses que o espiritismo advoga.
«Fui à associação espírita e fui ao “passe magnético”» ou «Fui à associação espírita e bebi um pouco de água magnetizada que me auxiliou no problema X », são algumas das afirmações que por vezes ouvimos de quem frequenta uma associação espírita. Outros perguntam com muita propriedade: «Mas o que é isso do passe magnético ou da água fluidificada, isto é, o que é a Fluidoterapia»?
No meio espírita existe um termo que é muito comum - a fluidoterapia - isto é, a capacidade de, através da doação de fluidos, interferir positivamente na saúde das pessoas, seja através do passe espírita ou através da fluidificação da água.
Pensamos, pois, que seria bem útil que todos nós tivéssemos conhecimento das descobertas científicas efectuadas em torno da fluidoterapia, para que assim pudéssemos mais eficazmente passar esta ideia às pessoas que recorrem à associação espírita, dando-lhe a ideia que a fluidoterapia encerra: uma prática séria, baseada no amor, nada supersticiosa, nada ritualística e com fundamento científico.
O passe espírita é uma transfusão de energias
psíquicas e espirituais que alteram o campo celular
psíquicas e espirituais que alteram o campo celular
O passe espírita é uma transfusão de energias psíquicas e espirituais que alteram o campo celular. Não é uma técnica. É um acto de amor. Não foi inventado pelo Espiritismo, mas foi estudado por ele. Jesus utilizava-o.
Quando duas mentes se sintonizam, uma passivamente e outra activamente, estabelece-se entre ambas uma corrente mental, cujo efeito é o de plasmar condições pelas quais o "activo" exerce influência sobre o "passivo". A esse fenómeno denominamos magnetização. Assim, magnetismo é o processo pelo qual o homem, emitindo energia do seu perispírito (corpo espiritual), age sobre outro homem, bem como sobre todos os corpos animados ou inanimados. Temos, portanto, que o passe é uma transfusão de energia do passista e/ou espírito para o paciente.
No passe, a mente reanimada reergue a vida microscópica (celular). O passe tornou-se popular pela sua eficácia. O paciente assimila os recursos vitais, retendo-os na sua constituição psicossomática, através das várias funções do sangue.
«Podemos dizer que o passe actua directamente sobre o corpo espiritual de três formas diferentes: como revitalizador, compondo as energias perdidas; dispersando fluidos negativos contraídos; auxiliando na cura das enfermidades, a partir do reequilíbrio do corpo espiritual.
A água magnetizada nas associações espíritas
contribui para uma melhoria da saúde
física e psíquica de quem necessita
contribui para uma melhoria da saúde
física e psíquica de quem necessita
A água cobre 2/3 da superfície da Terra e representa cerca de 70% das moléculas que constituem o corpo humano.
A água fluída é a água normal, acrescida de fluidos curadores. Estes fluidos são introduzidos pelos espíritos amigos, bem como pelo magnetizador. São fluidos de boa qualidade. A quantidade da água não é importante, basta um pouco. A qualidade dos fluidos, essa sim, é importante. Os fluidos agem sobre a água modificando-lhe as propriedades.
«A água é extremamente sensível a muitos tipos de radiações. O cientista americano de pesquisas industriais Robert N. Miller e o físico Prof. Philip B. Reinhart inventaram quatro instrumentos independentes, para demonstrar que um pouco de energia emanada das mãos de um curador pode dar início a uma alteração da ligação molecular entre o hidrogénio e o oxigénio das moléculas de água» (“As curas Paranormais”, George Meek, Ed. Pensamento, 1995).
«Considerando que o corpo é composto de água na sua maior parte, e desde que descobrimos que a água é extraordinariamente sensível às irradiações de um amplo espectro de energias; considerando, ainda, que estamos a aumentar a nossa possibilidade para detectar e medir instrumentalmente o fluxo de várias energias que emanam do corpo do curador, podemos enxergar as inferências disso como sendo de grande projecção.» (idem)
Modernamente, podemos encontrar vários estudos de cariz científico, que vêm comprovar as teses espíritas em torno do passe e da fluidificação da água, dando, portanto, uma base de aceitação bem maior, principalmente junto daqueles que desconhecem o Espiritismo.
No próximo artigo relataremos as experiências do Dr. Bernard Grad, no Canadá, com sementes de cevada, ratos e humanos.
Bibliografia:
“Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado por José Lucas no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998
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Afinal, quem são os espíritas?
Embora já exista um grande esclarecimento relativamente à doutrina espírita, ou espiritismo, ainda se nota muito desconhecimento relativamente ao que é o espiritismo, quem são os espíritas, o que fazem e com que finalidade. Verifique connosco os seus conhecimentos sobre esta matéria.
O dia era normal como todos os demais. Estávamos à porta da associação espírita local, para mais uma actividade de atendimento ao público, como semanalmente acontece. Entretanto, apercebemo-nos de umas 4 crianças que ao passarem pela montra da associação espírita e ao lerem a identificação da mesma, comentavam que “aqueles” (os espíritas) eram maus, porque não acreditavam em Deus. Falámos com elas, ali na rua, explicando que isso não era verdade e elas acabaram por informar que tinha sido uma amiga que lhes dissera isso. Provavelmente, a amiga, de tão tenra idade, deve ter ouvido de algum adulto. E ficámos a pensar, porque será que nós seres humanos ainda agimos assim tão levianamente... No dia seguinte, em conversa com uma outra pessoa, esta perguntava-nos, afinal o que é que o espiritismo defendia, já que “dessas coisas” só tinha ouvido falar de uns médiuns em Peniche, mas que esse levavam dinheiro às pessoas e como tal não seriam de confiança.
Curiosamente, numa época onde a informação nos entra em casa através da Internet, já não se justifica tanto desconhecimento assim. Mas, também temos de ponderar que afinal nem todas as pessoas se sentem atraídas por esta matéria ao ponto de buscarem a vastíssima informação que existe.
Daí a eterna pergunta: «Mas, afinal, quem são os espíritas?»
O espiritismo é algo de muito sério, ligado à cultura,
e que nada tem a ver com charlatanice,
superstição, crendices, bruxarias, magias.
Comecemos por informar que os espíritas são pessoas perfeitamente normais, com os seus empregos, famílias, e que nas suas horas livres, dedicam-se, GRATUITAMENTE, ao estudo, prática e divulgação do espiritismo. Nesse sentido, não são espíritas aqueles que lucram, exploram ou enganam em nome do Espiritismo, os que se ocupam de cartomancia, sortilégios ou adivinhações, para iludir os seus semelhantes, os que mistificam ou se atribuem falsas faculdades em cujo fundo está o absurdo, fanatismo ou interesse, os que recebem, directa ou indirectamente qualquer remuneração pela assistência que prestam ao seu semelhante, os que colocam anúncios em jornais publicitando os seus dotes e prometendo curas e resolução de problemas.
O espiritismo ou doutrina espírita, surge em meados do século XIX, através da pesquisa, da experiência, da observação, comparação e repetição dos factos, utilizando o método experimental e método indutivo. Dessa componente científica, aparece toda uma filosofia nova, revolucionária, que veio abalar o mundo mergulhado no preconceito e no fanatismo religioso. Essa filosofia vem dizer-nos, muito sucintamente, que existe um criador do universo, a quem chamamos Deus, vem dizer-nos que ninguém morre, que somos Espíritos imortais temporariamente num corpo de carne, e que a vida desdobra-se em dois planos, ora no mundo terreno ora no mundo espiritual; vem provar-nos a imortalidade da alma, através da mediunidade ou percepção extrasensorial, onde através dos médiuns, aqueles que nos precederam na grande viagem vêm dizer que estão tão vivos como nós, vêm contar as suas alegrias ou tristezas, vêm dar provas irrefutáveis da imortalidade da alma. Essa filosofia, vem dizer-nos que a reencarnação é uma realidade, que já vivemos antes desta existência terrestre e que cá voltaremos mais vezes dentro das nossas necessidades evolutivas, vem dizer-nos que de um modo geral todos os planetas são habitados pelos Espíritos, com corpos diferentes, de acordo com a organização física de cada planeta. Dessa filosofia que emana da experiência, da ciência, advém uma componente moral, que nos deixa os ensinamentos de Jesus de Nazaré como um roteiro seguro a seguir, explicando os Espíritos que Jesus foi o ser mais perfeito que já esteve à face da Terra.
O espiritismo não sendo mais uma seita, mais uma religião, é uma doutrina assente nos princípios cristãos, procurando com os seus conceitos lógicos auxiliar a humanidade a ser mais feliz.
O espiritismo, não é mais uma religião, não é mais uma seita, mas sim uma doutrina universalista que procura através da prática dos ensinamentos morais de Jesus, auxiliar a melhorar o mundo, tonando-o mais fraterno, mais pacífico, mais tolerante, explicando às pessoas do porquê da vida, de onde vêm e para onde vão, das causas dos seus sofrimentos e alegrias, mostrando o sentido que a vida tem dentro deste conceitos que estão bem expostos em cinco livros, que são obrigatórios para quem quiser conhecer o espiritismo: «O Livro dos Espíritos», «O Evangelho segundo o Espiritismo», «O Livro dos Médiuns», «A Génese» e «O Céu e o Inferno», todos eles de Allan Kardec.
De tal modo os seus conceitos são universais que qualquer pessoa, seja católica, budista ou ateu, em qualquer parte do mundo, pode estudar espiritismo e pode chegar às mesmas conclusões se puser em prática os ensinamentos práticos contidos em «O Livro dos Médiuns». Como que a corroborar isto que afirmamos temos o conhecido jogo do copo que (erradamente) os estudantes vêm praticando, com resultados, mesmo sem conhecerem o espiritismo.
Para os mais interessados existem até cursos básicos de espiritismo na Internet, gratuitos, na página da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (ADEP), www.adeportugal.org
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Boas-vindas
Olá amigos
Este blogue aparace na sequência da compilação de alguns artigos publicados no Jornal das Caldas, Jornal de Espiritismo, Diário de Aveiro, entre outros, onde nos move apenas o desejo de informar e tentarmos ser úteis na disseminação da ideia espírita.
O homem na sua caminhada espiritual, ainda confunde espiritualidade com religião.
Pretendemos pois, dar uma imagem arejada da Doutrina Espírita (ou Espiritismo), que não é mais uma religião nem mais um seita, mas sim, um corpo doutrinário bem definido por Allan Kardec, em meados do século XIX, corpo doutrinário este assente num tríplice aspecto: ciência, filosofia e moral.
Oxalá estes textos possam ser úteis.
Com amizade, sempre ao dispor
José Lucas
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