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Retrospectiva...


Caídos nos precipícios da culpa depois de errar, extenuados na dor rogámos-Te em clamor que te compadecesses de nós!
Amparados no cadinho do teu Amor através dos mensageiros do Bem, fomos reeducados como se deveria fazer com os encarcerados.
Conscientes dos desacertos, dos erros e dos crimes, vimos em Ti sublime luz a iluminar-nos o caminho no devir.
Promessas de melhoria, votos de reeducação, de mudança, solicitámos, agora cônscios das nossas fraquezas, que nos bafejasses com as bênçãos de uma dor mais profunda,  que nos ajudasse a cicatrizar as feridas da alma.
Na Tua bondade, Senhor, substituíste a dor solicitada por pequeninas dores separadas, a fim de que o nosso psiquismo não colapsasse.
Entusiasmados com os ensinamento dos trabalhadores da última hora, rapidamente nos alistamos na Tua seara, desejosos de, reencarnados, servirmos na causa do Bem com denodo e dedicação.
Recolhidos na carne, rapidamente fomos esquecendo as bênçãos do serviço espiritual solicitado.
No entanto, nem assim nos deixaste à deriva, sendo que, amorosamente, fomos encaminhados para a doutrina dos Espíritos, qual bálsamo para a alma ferida, ainda em busca da cura.
Estamos aqui, Senhor, na labuta pela paz de cada um, rogando-Te que jamais caiamos no desânimo, na descrença, na dúvida, na perturbação.
E, que mesmo tal aconteça, ainda assim contamos contigo, eterno amigo, para que mais uma vez, nos dês lucidez, para que não percamos a reencarnação outra vez.
Obrigado, Senhor!


Amélia Rodrigues

Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica no CCE, C. Rainha, Portugal, em 2015-04-21

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Ser português...

Povo de marinheiros,
povo de corajosos,
por 30 dinheiros,
matavam andrajosos...

Caravelas e caravelas,
desbravaram os mares,
procurando novos povos,
povos milenares...

Na busca do ouro,
e das especiarias,
desconheciam eles
os divinos guias...

Tudo era
projecto de Deus,
levar a cruz,
aos povos ateus.

Da religião,
ao acto comercial,
fez-se de tudo,
de bem e de mal...

Oh, nautas d'outrora,
vos conclamo, meu povo,
a pegardes nas caravelas,
do mundo novo...

Ide, irmãos meus,
por esse mundo fora,
falai-lhe de Deus,
que o mundo ignora...

Esse é o desiderato,
deste povo antigo,
levar o Evangelho,
aos sem-abrigo...

... da alma,
do pão divino,
para aprenderem de vez,
o eterno caminho!

Esperamos em breve,
ver-vos aportar,
no porto da bondade,
fruto de muito amar.

Ide, ide e divulgai
a imortalidade,
à gente que ignora
tamanha verdade!


Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica no Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, Portugal, em 3 de Novembro de 2015

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O ritual...


Vai o caixão
levado à mão
A missa acabou,
segue em procissão

No cemitério,
grande choradeira
Coitado do morto,
não é brincadeira

Morrer sem saber ,
morrer sem contar
É como dormir
e não acordar

As últimas rezas
feitas pelo abade
Fecham as hostes
sem maldade

É o ritual
de mais uma morte
Coitado do morto
não teve sorte

Dai-lhe Deus
o descanso eterno
Diz o Padre
lendo o caderno

Terminou o ritual
Acabou o funeral
Foram todos embora?
Não, ficou... o tal

Ninguém se apercebeu
que o morto ficou
Agarrado à tumba
onde se enterrou

Por isso pedimos
que oreis pelos falecidos
Pois por vezes
andam estarrecidos

Nas vossas orações
pedi pelos finados
E tende a certeza
que ficam mais animados

Um dia, o ritual
dará lugar ao conhecimento
E isso evitará
muito sofrimento

Até lá, lê e estuda, 
medita e pratica
Para quando morreres
teres uma morte bonita
  
Poeta alegre

Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica no CCE, C. Rainha, Portugal, em 2015-04-14

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Perdão, perdão...

Perdão, perdão,
Precisas de perdão
Como a boca
Precisa de pão

Mesmo assim,
Esqueces o perdão
Que está escondido
No teu coração

Ele está lá
em estado latente
esperando que o actives
Para limpares a mente

Deixa o coração
Exalar o perdão
Que espera por sair
Qual luminosa explosão

Não te dês ao luxo
De "lixo" coleccionar
Perdoa tudo e todos
Se queres Amar

Só não perdoa
Quem não quer
Quem está ocupado
Em muito sofrer

Mas, essa qualidade
Que tens no interior
É para amplificares
E desabrochares o Amor

Quem não perdoa
certamente adoece
E se não se cuida
Até enlouquece...

Se queres ser feliz
Na tua reencarnação
Muda de vida
E usa o perdão...


Poeta alegre


Psicografia de JC na reunião mediúnica do Centro de Cultura Espírita, Caldas da Rainha, Portugal, em 12 de Maio de 2015

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A crise...

Anda tudo sarapantado
Anda tudo "aos papéis"
Sejam ricos, sejam pobres
Sejam Marias ou Manueis

Uns sem dinheiro
Outros cheios d'anéis
Todos com medo
De perder os seus “papéis”

São tempos difíceis
São tempos de confiança
Quem não tiver fé
Vai perder a esperança

Tudo passa
Dizeis e com razão
Mas passa melhor
Com fé e oração

Pregai à humanidade
A ideia do Espiritismo
Baseada na fé
Na razão e no altruísmo

Somente percebendo
O fanal real
Todos os desorientados
Se livrarão do mal

Entendendo a espiritualidade
A imortalidade e reencarnação
Também eles tentarão
Resistir à tentação

Essa é a missão
Dos espíritas actuais
Levar a luz de Deus
Aos restantes mortais


Poeta alegre


Psicografia recebida na  reunião mediúnica, CCE, C. Rainha, Portugal, 4 de Agosto de 2015

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Ter fé, é preciso...

Ter fé é preciso,
pensa nisso meu irmão,
pois, sem fé,
não vences a desilusão.

Não te falo da fé humana,
preciosa e necessária,
falo da fé em Deus,
que te distingue da alimária.

Não te falo da fé
que tens na tua capacidade,
falo sim, da fé divina,
que te livra da ansiedade.

Outrora, a fé
era apenas um "postal",
que os padres "vendiam"
aos que se portavam mal.

Estes, com medo
de ao inferno irem parar,
davam à Igreja,
os terrenos a herdar.

Essa fé, é cega,
não serve à humanidade,
o que é necessário,
é ter fé de verdade.

Kardec, definiu-a
como ninguém.
Fé verdadeira,
vai muito mais além...

Dizia o mestre lionês,
que a fé verdadeira,
enfrenta a razão
na Terra inteira.

Medita bem,
nestes conceitos
e vê se a tua fé
supera teus defeitos

Oh, fé divina,
verdadeiro manjar...
Sem ti, não é possível,
o Espírito iluminar...

Poeta alegre

Psicografia recebida por JC em Óbidos, Portugal, em 9 Julho 2015

1

Casamento ou tormento?


44 anos de tormento
Num casamento
Não são necessariamente
Motivo de desalento

Almas abnegadas
Escolhem no Além
Auxiliar desesperados
Que buscam o Bem

Fazem votos
De grande devoção
Mas, poucas levam
Ao fim, a intenção

No corpo carnal
A vida fica dura
E o sentimento nobre
Nem sempre perdura

Muitos desistem
Dos ideais assumidos
Cansados de Amar
Amores consumidos...

Outros, porfiam
Na tarefa inglória
Mal sabendo
Que fazem...história!

O Amor é solução
P'ra todo dissabor
Mas, para lá chegar
Por vezes vives na dor

Bendita sejas
Por assim porfiares
Um dia entenderás
Os teus "azares"

Casamento é luz
Em corações diferenciados
Que se unem pelo entusiasmo
De seres apaixonados

O objectivo é sempre
Amplificar o Amor
Mesmo quando aparece
A dificuldade, a dor

Casamento só é tormento
Quando se esconde o Amor
Tudo arde por dentro
E, depois em teu redor

Mas, isso é apenas
Uma tola ilusão
De quem não quis Amar
E tomou outra opção

Se queres um conselho
Faz como o jumento
Paciência e perseverança
Para o teu casamento

Poeta alegre

Psicografia de JC na reunião mediúnica do Centro de Cultura Espírita, C. Rainha, Portugal, em 19 Maio 2015

1

O obsessor...

O obsessor
Tem a obsessão
De obsidiar
O Sr. João

Ódio d'outrora
Quando o amigo
Lhe roubou a Aurora
Fazendo da vida um castigo

João, obsidiado,
Está sempre inquieto.
Foi à bruxa:
"tens cofre aberto"!

Lá meteu ao pescoço
Pequena chave de metal
"Põe isso, filho,
Livra-te de tod'o mal".

Lá ia o João,
C'aquilo pendurado,
E o obsessor,
sempre ao seu lado

Quando João morreu,
Aurora suicidou-se.
O obsessor "vitorioso",
Feliz, vingou-se...

Anos a fio,
Sofreram sem parar.
Como este trio
Haveria de resgatar?

Deus, bondoso,
Permitiu a reencarnação
D'Aurora e João.
O obsessor? Filho varão!

Como era lindo,
Ver o casal,
Embevecido,
C'o filho Juvenal.

A Lei de Deus,
É de bondade,
Tudo tem solução,
Até a maldade.

Tempo e paciência,
Amor e dedicação,
São as premissas,
P'rá reencarnação.

Poeta alegre 
Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica do Centro de Cultura Espírita, Caldas da Rainha, Portugal, em 24 de Março de 2015

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O porquê da Vida...

Vieste à Terra,
P'r amadurecer,
Está na hora,
De crescer, crescer.

Reencarnaste,
P'rá evolução,
Aproveita o momento,
Exercita o perdão.

Comer, dormir,
Trabalhar, passear,
Não são o objectivo,
Do teu reencarnar.

Difíceis testes,
Ficaram reservados,
Antes de voltares,
Ao mundo dos encarnados.

São os testes,
Da indulgência,
Da tolerância,
E da paciência.

Vieste à Terra,
P'ra rejuvenescer,
O intelecto e a moral,
Crescer, crescer...

Olha p'ra ti,
Com rectidão,
Não percas tempo,
Na inacção.

Amanhã poderás,
Não ter tempo,
De corrigir
O momento...

Esforça-te então,
Por melhorar,
Um pouco cada dia,
Até desencarnar.

O objectivo da Vida,
Nesta reencarnação,
É aprender sempre,
Que o Amor é a solução!


Poeta alegre 

Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica do Centro de Cultura Espírita, em Caldas da Rainha, Portugal, em 10 de Fevereiro de 2015.

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Olho a Terra...

Olho a Terra,
Ensanguentada,
Vejo guerras,
Gente estropiada.

Olho a Terra,
Cheia de guerra,
Que o egoísmo,
Não enxerga.

Olho a Terra,
Vejo sofrimento,
Uns com tanto,
Outros sem alimento.

Olho a Terra,
Tão animalizada,
O Homem descurando,
A paz desejada.

Olho a Terra,
Cheia d'egoísmo,
Uns morrem de fome,
Outros em "turismo".

Bola azul,
Rola no espaço,
Carregando dores,
No seu regaço.

Chegou a hora,
Da Terra recuperar,
Dos maus tratos,
Que a estão a matar.

Peço a Deus,
Grande revolução,
P'ra que na Terra,
Não falte pão.

Peço a Deus,
Grande mudança,
P'ra que não morra,
Nenhuma criança.

Peço a Deus,
Pela paz,
Onde a guerra,
É ainda capataz.

Anseio, anseio,
P'lo devir,
Sem dor nem guerra,
No nosso porvir.

Venha lá,
O "juízo final",
Que trará o justo,
E levará o banal.

Com a reencarnação,
A Terra evoluirá,
Só reencarnando
O bom, com "alvará".

Anseio, anseio,
Poder dizer,
"Outrora na Terra,
Matar era prazer".

As lágrimas caem,
De felicidade,
Ao vislumbrar,
A nova Humanidade!

Obrigado, meu Deus,
P'la transformação,
Do planeta Terra,
Em planeta de regeneração.

Poeta alegre
Psicografia recebida por JC em Óbidos, Portugal, em 18 de Fevereiro de 2015

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Rap do Além...

O homem quer o perdão
mas não consegue dar pão

O homem quer o perdão 
mas abusa quando é patrão

O homem quer o perdão 
mas em casa é um safadão

O homem quer o perdão
mas vive no mal, na ilusão

Se queres perdoar,
muda meu irmão
faz aos outros o que queres
que os outros te façam, então!

Perdoar é bom, perdoar é a solução
para a dor, para a desilusão

Deixa a armadura que carregas no coração
tu não és de ferro, também precisas de perdão

Esse é o caminho, perdoar meu irmão
luta, vai em frente, só esses vencerão...


Rapper do Além 
(rapaz mulato, cerca de 22 anos, nome "Rito")
Psicografia recebida por JC no Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, Portugal, em 3 Out 2014, na reunião pública sobre o perdão.

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Os mortos - vivos...

Chega o tempo
Dos defuntos comemorar
Mas eles não morreram
Até podem conversar

Fronteira imaginária
Entre vivos e mortos
Quem pensa assim
Tem horizontes tortos

Os mortos não morreram
Estão vivos, e de que maneira,
Vivem de tal modo
Que estão à tua cabeceira

Mas, quero falar
Doutro tipo de falecidos
Os mortos-vivos
Por vós esquecidos

Sois vós, sim senhor
Os mortos-vivos
Quando desanimais
Com factos ocorridos

Despertai p’rá Vida
A Vida imortal
Vivei-a desde já
Nesse “quintal”

Quem vive na Terra
Na matéria enredado
Quando der por ela
Está desencarnado,

Sem que disso
Tenha percepção
O que trará
Muita aflição

Estudai Kardec
Absorvei a lição
Amar a todos
Em tod’a situação

Esquecei a morte
A grande ilusão
Agradecei a Vida
Nesta reencarnação

Poeta alegre

Psicografia de JC na reunião mediúnica no CCE, C. Rainha, Portugal, em 28 Outubro 2014

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Francisco de Assis...

Francisco, o guerreiro
Cedo despertou
Entregou-se a Deus
A matéria largou…

Apelidado de louco
Os leprosos curava
Sofrendo o escárnio
Dos que antes adulava

Divulgou o Evangelho
Por terras distantes
Discordou do Papa
E dos arrogantes

Prosseguiu o pobre
Francisco de Assis
Amando e servindo
A Deus, como quis

Nem mesmo a cegueira
O conseguiu “cegar”
Mesmo sem ver
Continuou a pregar

Incompreendido
Nunca titubeou
Deixando na Terra
O Amor que pregou

Grande Luz deixou
À Humanidade
Um roteiro humilde
Para florir mais tarde

Está na hora
Do Francisco imitar
Levando a todos
O acto de Amar

O pobrezinho d’Assis
Foi o mais rico, afinal
Mostrou que o Amor
É tesouro imortal…

A Terra clama
Que voltes de novo
Para que ilumines
Este pobre povo

Um raio de Luz
Se dirige à Terra
É Francisco que volta
P’r Amar quem erra


Poeta alegre 

Psicografia de JC, em Óbidos, Portugal, em 12 de Janeiro de 2015