24.7.16

Oh, Humanidade...

Oh Humanidade,
que vives estonteante,
fingindo felicidade,
qual figurante…

Estertoras diariamente,
nesse fingimento,
sem saber como resolver,
tamanho tormento!

Vives de aparências,
de ânsias, de bens materiais.
E, loucos, vão em busca
das fantasias sexuais…

Por que sofro, meu Deus,
por que não tenho felicidade?
Porque o teu rumo é o egoísmo,
que destrói a Humanidade!

Oh Humanidade,
que clamas por mudança,
pára um pouco, pensa;
volta às origens d’uma criança.

Lembra-te de Deus,
o criador universal,
lembra-te do que aprendeste,
do bem e do mal...

Oh Humanidade,
caminhas em exaustão.
Pára um pouco,
abre ao cosmos o coração.

A felicidade não mora,
onde a procuras, erradamente.
Ela está, sim,
no coração da simples gente.

Oh Humanidade,
queres felicidade?
Ajusta o teu rumo,
em busca da espiritualidade.

Só aí encontrarás,
o desiderato da existência:
servir, amar, perdoar,
estimulando a paciência.

Agora que te apontei,
o caminho que anelas,
faz a tua parte,
abre na mente novas janelas

Tendo como meta,
os valores espirituais,
caminharás mais feliz,
por entre os imortais!


Poeta alegre


Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica do CCE de C. Rainha, Portugal, no dia 2016-06-14

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