12.3.15

Olho a Terra...

Olho a Terra,
Ensanguentada,
Vejo guerras,
Gente estropiada.

Olho a Terra,
Cheia de guerra,
Que o egoísmo,
Não enxerga.

Olho a Terra,
Vejo sofrimento,
Uns com tanto,
Outros sem alimento.

Olho a Terra,
Tão animalizada,
O Homem descurando,
A paz desejada.

Olho a Terra,
Cheia d'egoísmo,
Uns morrem de fome,
Outros em "turismo".

Bola azul,
Rola no espaço,
Carregando dores,
No seu regaço.

Chegou a hora,
Da Terra recuperar,
Dos maus tratos,
Que a estão a matar.

Peço a Deus,
Grande revolução,
P'ra que na Terra,
Não falte pão.

Peço a Deus,
Grande mudança,
P'ra que não morra,
Nenhuma criança.

Peço a Deus,
Pela paz,
Onde a guerra,
É ainda capataz.

Anseio, anseio,
P'lo devir,
Sem dor nem guerra,
No nosso porvir.

Venha lá,
O "juízo final",
Que trará o justo,
E levará o banal.

Com a reencarnação,
A Terra evoluirá,
Só reencarnando
O bom, com "alvará".

Anseio, anseio,
Poder dizer,
"Outrora na Terra,
Matar era prazer".

As lágrimas caem,
De felicidade,
Ao vislumbrar,
A nova Humanidade!

Obrigado, meu Deus,
P'la transformação,
Do planeta Terra,
Em planeta de regeneração.

Poeta alegre
Psicografia recebida por JC em Óbidos, Portugal, em 18 de Fevereiro de 2015

0 comentários:

Enviar um comentário