24.4.14

O cego e o "cego"...

O cego que era cego,
Via muito bem,
Via os Espíritos,
Que habitam o Além...

Tal vislumbre,
Fê-lo mudar d’atitude,
Tornar-se melhor,
Cada vez mais amiúde. 

O não cego, que via,
Nada via afinal.
Pensava tudo acabar,
Com o suspiro mortal.

Envolto na ignorância,
Muita maldade fez,
Desconhecendo que semeava,
P’ra colher, amanhã, de vez.

Não te iludas pois,
Com as aparências,
Pois os que “parecem“,
Têm muitas carências.

Se não queres ser cego,
Utiliza o Evangelho como luz,
Que te ilumine o caminho,
Que te leva até Jesus.

Poeta alegre 
Psicografia recebida por JC na reunião mediúnica, Caldas da Rainha, Portugal, em 18 Fevereiro 2014

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