12.4.14

A culpa...

Zefa foi a tribunal
Para ser julgada
O que decide o juiz:
Inocente ou culpada?

Na vida também agimos,
De forma igual,
Fazendo da mesma,
Um imenso tribunal.

Quem erra, sempre acerta,
Mais cedo ou mais tarde,
Não há lugar p’rá culpa,
Não havendo maldade.

O espiritismo é libertador,
De consciências culpadas.
Errar é normal. O acerto?
As metas estipuladas…

Quando a culpa
Te bater à porta,
Não lhe ligues,
Manda-a dar uma volta

Não dês guarida,
À culpa destruidora.
Levanta a cabeça,
Com atitude renovadora.

Aceitar-se como é,
É tarefa pessoal,
P’ra fazer no dia-a-dia,
Corrigindo algum mal.
  
Fazer ao próximo
O que p’ra nós desejamos,
É o que nos ensina Jesus,
Livrando-nos de enganos.

Poeta alegre 
Psicografia recebida por JC na palestra sobre “A Culpa”, no CCE, C. Rainha, Portugal, em 11 Abril 2014

2 comentários:

Pedro Oliveira disse...

Muito bom. Um Poema necessário para todos os que carregam culpas desnecessárias... Um grande abraço e Obrigado

Suely Anjos disse...

A indulgência.. virtude que deveríamos usar para com nosso semelhante e para
conosco mesmo. O benévolo, o complacente, tem mais saúde física e espiritual.
Seria bem mais fácil convivermos com as diversidades se não apontássemos
o dedo para o outro, condenando-o, como se fôssemos sinônimo da virtude..

E a culpa então? Não podemos conviver com a culpa. Esta é uma séria candidata
a muitas patologias pelas quais somos acometidos quando deixamos que este
sentimento tome conta de nossa alma.

Convivermos com as diversidades, sem termos adversidades, depende de nós !!
Respeitemos as diferenças, sem julgarmos, sem condenarmos, uma vez que
apesar de sermos todos diferentes um dos outros, somos também criaturas
com os mesmos anseios, desejando veementemente :
PAZ, LUZ, AMOR, EVOLUÇÃO....

Suely dos Anjos

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