2.3.14

Portugal subsidia morte de 100 mil crianças...

O título pode parecer cruel, mas não é! É apenas o retrato factual de uma realidade que choca a sensibilidade do ser humano. O governo português subsidiou a morte de 100 mil crianças, entre 2008 e 2012, através do aborto aprovado em referendo nacional. E as consequências espirituais? 

Os dados são chocantes. Apareceram frios, no écrãn do meu computador.
Após a aprovação em referendo nacional em 2007 e, até 2012, foram mortas 100 mil crianças em Portugal, mortes essas, subsidiadas pelo Estado português.
Os custos com o aborto atingiram os 100 milhões de euros, relativos a subsídios sociais e despesas com deslocações, e as mulheres trabalhadoras que abortam, recebem 100% do subsídio social, enquanto uma mãe que está de baixa para dar assistência ao filho, só recebe 65% do salário.
Mas não queremos dar realce aos custos financeiros com o aborto (100 milhões de euros em 5 anos), numa época em que o Estado não tem dinheiro para garantir a saúde dos portugueses.
O mais curioso é que esta notícia, que apareceu num ou noutro jornal, não foi notícia nos grandes “media”. Matar através do aborto não é notícia, mas se matarmos com uma faca ou pistola isso sim, é importante.
Quedemo-nos pela visão espírita do assunto.
A Doutrina dos Espíritos (ou Espiritismo) não é mais uma religião ou seita, mas um conjunto de ideias bem alicerçadas nas suas vertentes científica, filosófica e moral.
Na notável obra “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, as respostas dos Espíritos superiores são claras:

357. Que consequências tem para o Espírito, o aborto?
“É uma existência nulificada e que ele terá de recomeçar.”
358. Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?
“Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”
359. Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?
“Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.”

Os importantes estudos do notável psiquiatra americano Ian Stevenson, secundado pelo actual Brian Weiss, entre muitos outros médicos, cientistas e pesquisadores pelo mundo fora, vêm comprovar cientificamente as teses espíritas em torno da realidade da reencarnação como lei biológica, da comunicabilidade dos Espíritos e, consequente existência da vida para além da morte do corpo físico.
Assim sendo, estes novos paradigmas existenciais perfilam-se no horizonte e, irão mudar radicalmente o “modus operandi” do ser humano na sociedade.
Conhecendo a Lei de Causa e Efeito (Lei de Causalidade), colheremos quer ao nível pessoal quer ao nível grupal (Nação ou conjunto de Nações) o fruto das nossas atitudes, pensamentos e sentimentos, não numa perspectiva de castigo divino, mas sim numa perspectiva pedagógica, em que cada um busca consertar o que fez mal, a fim de poder fruir do bem-estar interior, como base para novos voos existenciais em busca da felicidade em níveis superiores.
Recordando as palavras do grande psicoterapeuta da Humanidade, Jesus de Nazaré, “a semeadura é livre mas, a colheita é obrigatória”, e “a cada um, de acordo com os seus actos”.

Ficamos a pensar nas consequências espirituais de quem aborta levianamente, de quem efectua os abortos, de quem os legislou e aprovou, mas pensamos igualmente no tempo que virá em que, olhando para a História, leremos horrorizados, em futuras reencarnações, que outrora, os seres humanos ainda matavam os bebés no útero materno, por questões de mero comodismo, tal como hoje vemos horrorizados os crimes do nazismo, ou os desmandos de Nero, na Roma antiga, onde se matavam pessoas pelo mero prazer lúdico, de se verem livres daqueles que pensavam de maneira diferente e seguiam a mensagem de Jesus!

Março 2014

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