21.1.10

Médicos: um caso para pensar !!!





A Rita é uma jovem como outra qualquer. Tem uma característica diferente de outras miúdas: tem percepção extra-sensorial, aquilo que os espíritas denominam de mediunidade. Passou por uma situação no mínimo caricata, num dos hospitais portugueses. Ora veja!

O dia decorria com naturalidade. De repente, uma crise de ansiedade e taquicardia levou-a às urgências de um Hospital da zona centro de Portugal. Nas urgências, deitada numa maca, os médicos eram unânimes: não tinha qualquer patologia. Ficou em observações.
Passado algum tempo, vê uma senhora a chorar, o que a sensibilizou. Breves momentos depois, a Rita, tendo mediunidade (capacidade de aperceber-se do mundo espiritual), viu um senhor de idade, ali ao lado, que lhe dizia com insistência: «Vai dizer à minha filha que não chore que eu estou bem». Aí, ela apercebeu-se que a causa do choro da senhora, entretanto chamada pelos enfermeiros, teria sido a morte do seu pai, que entretanto aparecera espiritualmente à médium Rita.
Rita, no seu ar simples e sincero, levantou-se da maca e foi ter com a senhora que chorava a morte do pai: «Senhora, senhora, não chore, o seu pai não morreu, ele está vivo e está aqui ao lado a dizer que está bem para a senhora não chorar.»
Uma das médicas de serviço nas Urgências do Hospital, veio pregar um raspanete à Rita, pois não tinha nada que sair da sua maca. Inquirida da razão por que saíra, esta na sua simplicidade, explicou com naturalidade, aquilo que para ela era natural: o contacto com o mundo espiritual. A médica, estupefacta, chamou a sua colega, chefe de equipa, que sabendo do óbito do senhor (facto que a médium desconhecia) inquiriu-a acerca da fisionomia do defunto. Rita foi explicando à médica como era o defunto, tal como lhe tinha aparecido. A médica, atónita, apressou-se a escrever uma carta para o clínico de psiquiatria, em Leiria, para onde Rita foi enviada a contra gosto, de ambulância.
Em Leiria, no hospital local, o psiquiatra tentava a todo o custo internar a Rita, que pelo canto do olho viu o que a médica das urgências tinha escrito: «Diz que vê espíritos».
Pedindo ao médico para ir ao WC, aproveitou e fugiu do Hospital, telefonando de imediato ao namorado para a ir buscar.
Regressou a casa voltando à sua vida normal.
Este caso, aparentemente caricato, passou-se em Portugal, em 2001, e provavelmente ainda se passa um pouco por todo o país.

Cada vez mais médicos estudam o Espiritismo (ou Doutrina Espírita),
procurando assim, entender o homem como um ser integral, holístico.

Felizmente, hoje em dia já existem muitos médicos que conhecem o espiritismo em Portugal, e que conseguem identificar que determinadas situações não se enquadram na área das patologias médicas, encaminhando os seus pacientes para as associações espíritas, onde eles podem fruir de orientação e aprendizagem, para que assim lidem naturalmente com essa nova faculdade, cada vez mais generalizada em todo o mundo.
Se a Rita não tivesse tido uma aprendizagem numa associação espírita, sabendo o que se passava com ela, como lidar com a sua nova faculdade (uma espécie de sexto sentido, que todos possuímos), a esta hora, provavelmente estaria a engrossar o número de doentes mentais que fazem parte das estatísticas dos hospitais psiquiátricos do país, em vez de estar, como agora, a levar uma vida normal e natural, com a sua faculdade controlada, utilizando-a inclusive, em benefício (gratuitamente) do próximo.
Esta situação de que tivemos conhecimento, faz-nos pensar na enorme responsabilidade da actividade médica, da necessidade dos médicos adquirirem novos conhecimentos (espíritas) que lhes permitam ver o ser humano como um ser holístico, integral e não apenas um amontoado de células.
De repente, lembrámo-nos dos médiuns de outrora que apelidados de bruxos eram queimados nas fogueiras. Hoje, com o evoluir dos tempos, ainda são internados em hospitais psiquiátricos, fruto do desconhecimento por parte de quem deveria fazer tudo para se esclarecer no sentido de ser útil à humanidade.
Um assunto à consideração dos médicos portugueses, que felizmente já vão estudando a Doutrina Espírita (que não é mais uma religião nem mais uma seita), e já estão organizados em três associações médico-espíritas em Portugal.

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